Avaliação da aplicação
Análise do produto, material, volume e necessidade de produção para ajudar a avaliar a solução adequada.

Entre ou cresça no mercado de embalagens para alimentos com soluções para caixas, bandejas, pratos, tampas e outros produtos de papel.
Restaurantes, redes de alimentação e operações de delivery precisam de embalagens práticas, resistentes, personalizadas e adequadas ao produto. A linha PackFood ajuda fabricantes de embalagens, gráficas e convertedores a atender esse mercado com mais autonomia e variedade de aplicações.
A PackFood é indicada para empresas que enxergam oportunidade no crescimento do consumo de alimentos para viagem, entrega e conveniência.
Quanto mais alimentos circulam fora do restaurante, maior é a necessidade de embalagens adequadas para transporte, proteção e apresentação.
Uma mesma operação pode precisar de caixas para lanches, porções, sobremesas, refeições, acompanhamentos e produtos promocionais.
A embalagem deixou de ser apenas proteção. Ela também comunica a marca, melhora a experiência e ajuda o produto a ser lembrado.
Produzir internamente pode ajudar a controlar disponibilidade, formatos, prazos e desenvolvimento de novos produtos.
Soluções baseadas em papel ganham espaço em projetos que procuram reduzir o uso de materiais plásticos, conforme a aplicação e a especificação do produto.
A linha permite avaliar oportunidades em fast food, delivery, cafeterias, padarias, confeitarias, restaurantes, eventos e alimentação pronta.
A linha PackFood reúne soluções para diferentes etapas e aplicações na produção de embalagens de papel para alimentação.
Hambúrgueres, porções, refeições, lanches, doces e produtos para entrega.
Soluções para servir, organizar, transportar e apresentar alimentos.
Diferentes moldes e formatos para alimentação, eventos e conveniência.
Itens complementares para composição de linhas de embalagens.
Produtos destinados a marcas, franquias, restaurantes e campanhas especiais.
Desenvolvimento de aplicações de acordo com formato, papel e processo produtivo.
Antes de investir, é necessário analisar o produto que será fabricado, o tipo de papel, os formatos, os moldes, o volume esperado, a equipe disponível e o mercado que será atendido.
A Apolo ajuda sua empresa a comparar as opções da linha PackFood e entender qual configuração está mais próxima do projeto produtivo e comercial.
Uma máquina de alto valor precisa estar conectada a uma oportunidade real de produção e venda. Por isso, a análise deve ir além da ficha técnica.
Selecione um modelo para acessar imagens, vídeos e informações do equipamento.
Solução para projetos que exigem outra configuração de trabalho e capacidade produtiva.

Solução para produção de pratos de papel em diferentes formatos de molde.


Solução de impressão para agregar identidade visual e informação às embalagens de papel.

Qual máquina PackFood é indicada para minha empresa?
A escolha depende do produto que será fabricado, das dimensões, do papel, dos moldes, do volume esperado e da estrutura produtiva. A Apolo pode ajudar a comparar os modelos.
É possível produzir diferentes tipos de embalagens?
A linha possui modelos e configurações para diferentes aplicações. Cada projeto deve ser analisado conforme o formato final e o processo necessário.
A PackFood atende empresas que estão começando?
Pode atender tanto projetos novos quanto empresas que já produzem embalagens. O mais importante é avaliar mercado, demanda, investimento, produto e capacidade comercial.
A máquina já acompanha todos os moldes?
A quantidade e os tipos de moldes dependem da configuração comercial de cada equipamento. Essa informação deve ser confirmada durante a elaboração da proposta.
Como saber se existe mercado para os produtos?
Antes da compra, vale identificar restaurantes, distribuidores, redes de alimentação, gráficas, fabricantes e outros potenciais clientes na região que sua empresa pretende atender.
Conte para a Apolo o que sua empresa pretende fabricar e receba uma orientação inicial sobre os equipamentos.
A Apolo Sistemas Gráficos oferece máquinas para empresas que desejam fabricar embalagens de papel para alimentos, caixas para fast food, embalagens para delivery, pratos de papel e outras aplicações. Consulte nossa equipe para avaliar modelos, configurações, aplicações e condições comerciais.
Comprar um equipamento industrial envolve mais do que comparar especificações. A Apolo acompanha a avaliação da aplicação, a configuração da solução, a implantação e o suporte para que o investimento faça sentido na produção.
Análise do produto, material, volume e necessidade de produção para ajudar a avaliar a solução adequada.
Orientação para instalação, preparação da operação e entrada em produção do novo equipamento.
Suporte técnico para acompanhar a continuidade da operação depois da implantação.
Orientação sobre alternativas disponíveis para estruturar o investimento conforme o projeto.
Não sabe se este é o equipamento adequado? Informe o que sua empresa pretende produzir e a Apolo ajuda a avaliar a solução.
Existe um fenômeno curioso na indústria gráfica. A máquina passa a manhã dando trabalho. O operador tenta ajustar, repete o teste, separa as peças com defeito e finalmente chama a assistência técnica. O técnico chega, observa o equipamento, pede para repetir a operação e… tudo funciona perfeitamente!
A cena já ficou comum. A pessoa pega um produto na farmácia, vira a embalagem, aproxima do rosto, afasta um pouco… e desiste. Pega o celular, abre a câmera e fotografa. Não é para postar. É para aumentar a letra, traduzir uma informação, pesquisar um ingrediente ou até perguntar para uma IA o que aquilo significa.
Tem repetição que começa como boa notícia. O cliente voltou. A embalagem já foi produzida antes. O operador até lembra do acerto e alguém solta aquela frase perigosa: “Esse aí é tranquilo.” Tranquilo até alguém perguntar: cadê a faca daquele trabalho? Começa então uma pequena caça ao tesouro industrial.
Tem um momento em que o estoquista olha para uma nova pilha de livros chegando e provavelmente pensa: “Onde é que eu vou colocar isso?” No papel, a tiragem podia fazer sentido. Quanto maior o volume, melhor parecia o custo unitário. Só que o mercado nem sempre lê a mesma planilha. Alguns títulos vendem rápido. Outros saem aos poucos.
Tem gente que trabalha anos numa gráfica e chega um momento em que metade da empresa já nem lembra direito o nome do crachá. Virou Bigode, Alemão, Japonês, Baixinho, Professor, Gordo, Magrão, Gaúcho, Mineiro… ou algum apelido que nasceu de uma história tão antiga que ninguém mais sabe explicar.