Custos Inteligentes, Preços Competitivos: Como Alcançar o Lucro Desejado?
Custos Inteligentes, Preços Competitivos: Como Alcançar o Lucro Desejado?
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Parametrizar os custos e formar corretamente os preços de vendas de produtos gráficos, rótulos autoadesivos ou embalagens é um fator importante numa gestão de custos eficiente para atingir os objetivos de lucratividade desejados, ao mesmo tempo em que mantém a competitividade no mercado.
Calcular os preços de venda com base nos custos é um processo fundamental para garantir que sua empresa seja lucrativa e possa cobrir todos os gastos associados à produção e à operação. Aqui estão alguns passos básicos e estratégicos de precificação e gestão de custos:
1 - Identificação de Custo
a. Custos Diretos: Comece identificando todos os custos diretos associados à produção do produto ou serviço que você deseja precificar. Isso inclui: Matérias-primas específicas para cada trabalho, como papel, tinta, adesivos, etc. Mão de obra direta necessária para a produção de cada trabalho.
b. Custos Indiretos: Além dos custos diretos, você também deve considerar os custos indiretos, como aluguel da fábrica, energia, manutenção de equipamentos, seguros e outros gastos gerais. Esses custos são normalmente distribuídos por todas as unidades produzidas, portanto, é importante calcular uma taxa de alocação para atribuí-los a cada produto. Custos administrativos, como gerenciamento da equipe, custos de vendas e marketing.
2 - Atribuição de Custos Indiretos
Desenvolva um sistema para alocar os custos indiretos a cada produto ou categoria de produtos. Isso pode ser feito com base em critérios como tempo de máquina, área ocupada, número de funcionários envolvidos ou qualquer outro método de alocação que faça sentido para sua operação.
3 - Margem de Lucro Desejada
Determine a margem de lucro que você deseja obter em cada unidade vendida, ou cada produto, ou categoria. Isso depende de sua estratégia de negócios e dos objetivos de lucratividade da empresa. A margem de lucro é a porcentagem da diferença entre o preço de venda e os custos diretos e indiretos.
4 - Cálculo do Preço de Venda
Com os custos diretos, custos indiretos e margem de lucro desejada em mãos, você pode calcular o preço de venda de cada produto: usando a seguinte fórmula simples:
Preço de Venda = (Custos Diretos + Custos Indiretos Atribuídos) + Margem de Lucro Desejada
5 - Análise de Mercado
Realize uma análise de mercado para entender a demanda dos clientes e a concorrência. Faça uma pesquisa de preço sobre o que os clientes desejam pagar por produtos semelhantes. Isso pode ajudar a ajustar seus preços de acordo com as condições do mercado.
6 - Acompanhamento e Revisão
Monitore regularmente seus custos e preços de venda. Se houver mudanças nos custos diretos, indiretos ou na concorrência, ajuste seus preços de acordo para garantir que sua margem de lucro seja mantida.
Lembre-se de que a formação de preços é uma parte crítica da gestão financeira da empresa e requer uma análise detalhada dos custos e uma compreensão profunda do mercado em que atua. A formação de preços não é uma tarefa estática. Ela deve ser revisada periodicamente para garantir que a empresa continue sendo lucrativa e competitiva no mercado. Considere a flexibilidade de ajustar os preços à medida que as estatísticas variam.
Tags: Papelão Fast Food Cartão Xeikon Gráfica Offset Rótulos Etiquetas
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A galeria do celular de quem trabalha com impressão é meio suspeitaTem foto da família, do cachorro, de uma viagem… e, no meio, aparecem 37 embalagens, 12 rótulos, um relevo bonito, uma cor diferente, um pedaço de papelão e aquele acabamento que alguém jurou que precisava registrar “para lembrar depois”.
Quem evita o problema quase nunca ganha o troféu
Tem uma cena curiosa em muitas empresas. Quando alguma coisa dá errado e alguém corre, resolve e salva o dia, essa pessoa vira herói. Ganha elogio, agradecimento e, se bobear, quase uma placa na parede. Enquanto isso, quem evitou outros dez problemas antes que eles aparecessem provavelmente passou despercebido.
Ainda não inventaram toque por Wi-Fi
A apresentação estava bonita no celular. Brilho certo, relevo elegante, textura sofisticada. O cliente ampliou a imagem, girou a tela, aproximou o rosto e quase parecia sentir o acabamento. Quase. Porque existe uma parte do impresso que a tela ainda não entrega.
Nenhuma máquina quebrou. Mesmo assim, ninguém imprimiu
A produção estava pronta. Papel abastecido, máquina ligada, operador no posto e prazo correndo. Só faltava um detalhe pequeno para começar: o arquivo. O problema é que ninguém conseguia acessá-lo. Em poucos minutos, ficou claro que a máquina estava perfeita.
A embalagem que você abre de manhã pode ter sido feita às três da madrugada
Às três da madrugada, a cidade parece desligada. Rua vazia, prédio escuro, cachorro dormindo e muita gente negociando mais cinco minutos com o despertador. Dentro de uma fábrica, porém, alguém está conferindo registro, alimentação, corte, vinco, impressão e uma pilha de embalagens que não para de crescer.
“Já que você está aqui…” muda o dia do técnico
O técnico termina o atendimento, fecha a maleta, confere a máquina e já começa a pensar no próximo compromisso. Até ouvir aquela frase que muda completamente o roteiro do dia: “Já que você está aqui…” De repente, aparece um operador apontando para outra máquina.
Três chefes, três prioridades, uma máquina só
A máquina estava pronta para rodar uma apostila quando chegou a primeira orientação: “segura esse trabalho, entrou outro mais urgente”. Poucos minutos depois, apareceu um segundo chefe dizendo exatamente o contrário. O terceiro chegou logo atrás com uma prioridade ainda mais importante.
“Guarda essa caixa, ela é bonita”
Acontece mais do que parece. O produto acabou, o perfume terminou, os chocolates sumiram há meses… mas a caixa continua lá, ocupando espaço na gaveta como se pagasse aluguel. Tem embalagem que a gente simplesmente não consegue jogar fora. A caixa do celular, do relógio, do sabonete, do brinquedo, do presente.
38 mil seguidores entraram na gráfica
Ela chegou sozinha, com algumas amostras na mão e uma tiragem que, olhando apenas para a quantidade, parecia pequena. Nada que chamasse atenção no meio de pedidos maiores circulando pela gráfica. Só que aquela cliente carregava algo que não cabia na ordem de produção.
Quem trabalha com impressão nunca mais olha o mundo normalmente
Tem gente que entra no supermercado para comprar café. Quem trabalha com impressão entra e começa a analisar a caixa. A cor está certa? O corte ficou alinhado? O acabamento ficou bom? Daqui a pouco a pessoa está virando a embalagem de um lado para o outro enquanto quem veio junto já avançou três corredores.
Se o comercial chegou com café, desconfie
Tem visita que a produção reconhece de longe. O comercial aparece sorrindo, distribui café, pergunta como está o dia e, depois de alguns minutos de conversa, solta com naturalidade que entrou “um pedido importante”. Normalmente ele vem acompanhado de três palavras perigosas que todo mundo na produção conhece bem, cliente grande, entrega rápida e só desta vez.
A meta foi batida. O problema ficou para o próximo turno
A máquina rodou o turno inteiro. O contador subiu, a meta apareceu em verde e alguém comemorou. No relatório, foi um ótimo dia. Na área ao lado, havia outra história esperando para ser contada. Copos tortos, bordas deformadas, fundos mal formados e unidades que não poderiam chegar ao cliente.
A embalagem foi aprovada por todo mundo. Menos por quem precisava usá-la.
O marketing gostou das cores. O comercial aprovou o destaque. A produção confirmou a viabilidade. A diretoria levantou o polegar. A embalagem quase saiu da reunião carregando um troféu. Na prateleira, porém, uma consumidora com baixa visão tentou identificar o produto. As caixas pareciam iguais.
O dono virou o sistema operacional da empresa?
O telefone toca. O comercial espera desconto; a produção, prioridade; o financeiro, autorização; e o cliente, resposta. Tudo funciona se o dono estiver disponível. No começo, centralizar parece cuidado. Ele conhece clientes, produtos, números e todos os atalhos. Mas, conforme a empresa cresce, essa agilidade vira fila. Há funcionários, máquinas e sistemas, porém cada decisão continua na cabeça dele.
Quem vai ensinar a próxima geração da indústria?
A máquina tem manual. A fábrica também deveria ter memória. Quem trabalha há décadas reconhece um ruído diferente, percebe uma variação no material e antecipa um problema antes de o painel emitir qualquer aviso. É um conhecimento construído entre acertos, erros, ajustes e milhares de horas de produção.
A embalagem sustentável chegou embrulhada em plástico
A caixa era de papel reciclável, tinha visual natural, folha verde impressa e um belo discurso sobre responsabilidade ambiental. Então alguém resolveu protegê-la com filme plástico, saco plástico, plástico-bolha e mais uma camada de plástico, só por segurança.
A última versão foi aprovada. A produção abriu a penúltima
A alteração era pequena. Uma informação corrigida, uma cor ajustada e um detalhe reposicionado. O cliente aprovou a nova arte e todos seguiram tranquilos para a produção. O problema é que a pasta também guardava o “final”, o “final corrigido”, o “final novo” e o “final aprovado”. Entre arquivos quase iguais, alguém abriu justamente a versão anterior.
O pedido estava liberado. A matéria-prima não.
Às oito da manhã, todos tinham uma boa notícia. O comercial havia confirmado o prazo, compras registrou a chegada do material, o PCP reservou a máquina e a produção terminou o setup. A máquina estava pronta. O pallet também estava ali. Faltava apenas um detalhe capaz de parar tudo. Ninguém podia usar o lote.
O protótipo ficou lindo. A coladeira não repetiu
Essa embalagem aguenta virar produção? O protótipo chegou à reunião parecendo pronto. Abas alinhadas, fechamento firme, cola no lugar e acabamento capaz de convencer todos. Mas havia sido montado com calma. Um dedo segurou a aba, outro corrigiu o vinco, alguém pressionou a colagem. Pequenas ajudas ausentes da ficha técnica.
A máquina cabia no layout. Não passava pela porta
Na planta, tudo estava perfeito. Havia espaço para operar, fazer manutenção e circular ao redor. O único detalhe esquecido foi como a máquina chegaria até lá. O caminhão encostou, a equipe se reuniu e a instalação começou naquele clima de novidade. Até a máquina encontrar uma porta alguns centímetros menor. O layout dizia que podia entrar. A parede discordou.
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