Etiquetas RFID ajudam a Centauro controlar toda sua cadeia de suprimentos
Etiquetas RFID ajudam a Centauro controlar toda sua cadeia de suprimentos
Compartilhe:
A companhia varejista de artigos esportivos Centauro implantou a solução baseada na tecnologia RFID nos seus processos logísticos e gestão do estoque em todos os CDs e em mais de 211 lojas

Com o objetivo inicial de melhorar a confiabilidade e a visibilidade de seu inventário e aprimorar sua estratégia de comunicação e atendimento mantendo uma padronização nos pontos de contato com o consumidor (omnichannel), a Centauro, do Grupo SBF, implantou este no projeto que faz o gerenciamento de cadeia de suprimentos com base na tecnologia RFID.

Sérgio Silva Jardim Filho - Gerente de Serviços e Perdas Centauro
“Não nos vemos mais como dois canais: físico e digital. Omnichannel já faz parte da cultura Centauro. Somos uma empresa única e queremos que os clientes vejam isso", Afirma Sérgio Silva Jardim Filho, gerente executivo de crescimento do Grupo SBF.

A solução apresenta recursos como a contagem de ciclo móvel, recebimento, pesquisa e escolha. Assim, a companhia passou a ter visibilidade dos itens em tempo real em todo o ciclo de vida do produto, alcançando 99,9% de precisão de estoque. Em média, a varejista gerencia o ciclo de vida de mais de 40 milhões de itens por ano.
As suas soluções RFID são projetadas em torno da ideia de que qualquer produto em uma cadeia de suprimentos pode ser serializado com uma identidade digital exclusiva, permitindo a visibilidade total do ciclo de vida do produto.

Com o monitoramento e rastreamento (track-and-trace) desde a origem e fabricação até os centros de distribuição, lojas e, às vezes, até mesmo após a venda, é possível saber onde os itens estão, de onde vêm, por qual processo de negócios eles passaram e para onde devem ir em seguida.

Cada vez que o status de um item muda, os dados do evento são coletados, transmitidos e processados ao longo de um modelo de dados de ciclo de vida exclusivo, permitindo que os colaboradores saibam, em tempo real, o status e o histórico de qualquer item.

Antes o inventário de uma loja levava 8 horas para ser feito, agora pode ser identificado em apenas 1 hora e meia. Com a tecnologia RFID é possível receber os produtos e conferir em 5 minutos. Todas as lojas recebem várias entregas durante o dia, este mesmo processo levava 3 horas e onerava muito o tempo dos colaboradores. A tecnologia também veio facilitar a busca dos produtos dentro das lojas, sem a necessidade de identificação visual, e de forma rápida, o sistema guia e leva o colaborador até o produto.
A Centauro foi criada em 1981 e tem sede em São Paulo. A empresa conta com 8 mil funcionários, presença regional com mais de 211 lojas de varejo, e-commerce e múltiplos centros de distribuição.
Conheça a linha de impressoras e acabamento para etiquetas RFID, clique aqui!
Posts recentes
Ele é quem mais brinca no turno. Também é o primeiro a parar de brincar.Ele consegue fazer até o colega mais sério da gráfica cair na risada. Tem resposta para tudo, encontra graça nas situações mais improváveis e parece saber exatamente como aliviar um ambiente pesado. Mas, no meio das brincadeiras, chega uma embalagem da primeira produção de um novo pedido, aguardando aprovação. Ele interrompe a piada.
Tem gente que fala dois idiomas na fábrica. Escritório e produção.
No escritório, alguém explica: “precisamos priorizar este pedido porque o cliente antecipou a entrega e mudou um detalhe da arte”. A mensagem chega na produção e, alguns minutos depois, alguém pergunta: “Tá, mas o que eles querem que a gente faça primeiro?”
Tem operador que conversa com a máquina como se ela entendesse
O trabalho começa, o papel entra, o operador acompanha os primeiros metros e fica olhando para a máquina com aquela atenção de quem conhece cada barulho. Aí começa a conversa: “Vamos colaborar hoje ou vai ser daquele jeito?” Se tudo segue bem, aparece até um elogio discreto.
O erro era corrigido todos os dias. Por isso ninguém corrigiu o erro
A lâmina passa mais uma vez pela mesma aba. Um pequeno ajuste, rápido, quase automático. A peça segue. Depois vem outra. E outra. Quem olha de fora pode até pensar que está tudo sob controle. Só que existe uma diferença enorme entre resolver uma peça e resolver o motivo pelo qual todas precisam daquele ajuste.
Todo mundo chama o impressor. Depois perguntam por que o serviço dele atrasou
Ele começa o turno com o próprio trabalho na frente. Confere, organiza, prepara para seguir. Aí alguém do acabamento aparece com uma dúvida. O ajudante chama para olhar uma regulagem. O PCP pergunta se aquele outro serviço consegue entrar depois. Antes de voltar para o que estava fazendo, outro operador já está ao lado: “Dá uma olhada nisso aqui para mim?”
A reunião mudou quando chamaram quem ia operar
Propostas abertas, amostras sobre a mesa e uma decisão importante andando entre direção, compras, comercial e produção. Investimento, capacidade, prazo, formato, aplicações. Tudo parecia coberto. Até alguém fazer uma pergunta simples: “Quem vai trabalhar com isso todos os dias já viu?”
Quando seu antigo ajudante vira a pessoa que você consulta
“Dá uma olhada nisso aqui.” O veterano segura a embalagem, vira a peça duas vezes, observa uma dobra e chama justamente aquele profissional que, anos atrás, ficava ao lado dele aprendendo cada detalhe.
Cinco minutos antes da visita nasce o 5S
Tem empresa que passa a semana inteira convivendo muito bem com uma caixa fora do lugar, uma bancada cheia de amostras e um carrinho parado exatamente onde não deveria. Aí chega a notícia: “O cliente está chegando.” Em menos de cinco minutos acontece um pequeno milagre industrial: nasce o 5S
Quando o cliente descobre o WhatsApp do operador
O celular vibra no meio da produção. O operador olha de lado, confere a mensagem e reconhece o nome. É o cliente. A conversa começou de forma inocente. Uma dúvida rápida, uma foto para confirmar um detalhe, talvez uma pergunta sobre aquele catálogo que está rodando. O operador conhece o trabalho, quer ajudar e responde. Só que, alguns minutos depois...
O técnico chegou e o defeito ficou tímido
Existe um fenômeno curioso na indústria gráfica. A máquina passa a manhã dando trabalho. O operador tenta ajustar, repete o teste, separa as peças com defeito e finalmente chama a assistência técnica. O técnico chega, observa o equipamento, pede para repetir a operação e… tudo funciona perfeitamente!
Quando o celular começa a ler a embalagem
A cena já ficou comum. A pessoa pega um produto na farmácia, vira a embalagem, aproxima do rosto, afasta um pouco… e desiste. Pega o celular, abre a câmera e fotografa. Não é para postar. É para aumentar a letra, traduzir uma informação, pesquisar um ingrediente ou até perguntar para uma IA o que aquilo significa.
Cadê a faca daquele trabalho?
Tem repetição que começa como boa notícia. O cliente voltou. A embalagem já foi produzida antes. O operador até lembra do acerto e alguém solta aquela frase perigosa: “Esse aí é tranquilo.” Tranquilo até alguém perguntar: cadê a faca daquele trabalho? Começa então uma pequena caça ao tesouro industrial.
O depósito sabe antes do financeiro quando imprimiram demais
Tem um momento em que o estoquista olha para uma nova pilha de livros chegando e provavelmente pensa: “Onde é que eu vou colocar isso?” No papel, a tiragem podia fazer sentido. Quanto maior o volume, melhor parecia o custo unitário. Só que o mercado nem sempre lê a mesma planilha. Alguns títulos vendem rápido. Outros saem aos poucos.
Na gráfica, o crachá muda. O apelido fica
Tem gente que trabalha anos numa gráfica e chega um momento em que metade da empresa já nem lembra direito o nome do crachá. Virou Bigode, Alemão, Japonês, Baixinho, Professor, Gordo, Magrão, Gaúcho, Mineiro… ou algum apelido que nasceu de uma história tão antiga que ninguém mais sabe explicar.
Quando a pressa faz o EPI parecer longe demais
É curioso como cinco metros podem virar cinquenta quando alguém pensa: “é rapidinho.” O óculos está ali. A luva também. O protetor está no lugar certo. Mas a tarefa parece tão simples que começa aquela negociação silenciosa com a própria consciência: “vou só ajustar isso aqui e já volto.”
O pallet estava perfeito. Aí alguém pediu justamente o livro de baixo
O pallet estava bonito de ver. Livros alinhados, pilha reta, tudo organizado, pronto para seguir. Aí aparece alguém com uma informação simples: “Preciso de um exemplar daquele título ali.” Claro que não era o de cima. Era o de baixo.
“Quem mexeu aqui?” muda o clima do setor em três segundos
É impressionante o poder de quatro palavras dentro de uma produção. Alguém olha para o painel, percebe que alguma coisa está diferente e solta: “Quem mexeu aqui?” Pronto. Um olha para o outro. Outro fica estranhamente interessado no chão. E sempre aparece alguém começando a explicar antes mesmo de ser perguntado.
A produção inteira sabe quando alguém trouxe comida boa
Ninguém precisa avisar. Basta abrir a tampa do pote no café e, de algum jeito, a notícia atravessa a produção inteira mais rápido do que muito comunicado importante. Primeiro aparece um com a caneca na mão. Depois outro “por acaso” passa ali. Em seguida surge alguém de um setor que ninguém lembrava que ficava tão perto.
Todo mundo estava falando do autor. O gráfico queria saber quem fez o livro
A conversa era sobre o livro. Um elogiou a história. Outro falou do autor. Teve quem comentasse a capa e quem perguntasse se já existia continuação. Enquanto isso, o gráfico estava quieto. Pegou o livro, virou, abriu nas últimas páginas, passou o dedo no papel, olhou a lombada e procurou aquela informação que ninguém mais na mesa parecia interessado em saber. “Quem imprimiu isso?”
Quando o dono entra no setor, todo mundo descobre uma postura nova
É impressionante como algumas pessoas conseguem melhorar a postura em menos de dois segundos. A conversa diminui, alguém ajeita a pilha de material, outro começa a olhar para uma folha com uma concentração que não existia cinco segundos antes. Tem até quem segure a caneca de café como se ela tivesse acabado de virar item de auditoria.
Ver todos os artigos





















