Seus rótulos e etiquetas estão caros?
Seus rótulos e etiquetas estão caros?
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O processo de produção de rótulos e etiquetas pode ser complexo, oneroso e repleto de desafios, mas não precisa ser assim.
Como em qualquer área, aprofundar seu conhecimento sobre o assunto permite a implementação de melhorias que resultam em maior eficiência.
Ao analisar seu processo de produção, já leva em consideração os custos ocultos associados aos rótulos? Você tem uma compreensão clara do custo total por etiqueta? Sua operação está atingindo o nível máximo de eficiência possível?
Pare de investir tempo e recursos financeiros – compreenda plenamente seus custos de impressão
Embora seja verdade que os custos de impressão podem variar de acordo com a tecnologia utilizada, existem variações a serem consideradas independentemente da tecnologia específica.
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Tamanho da Imagem: Avalie a dimensão da imagem do rótulo, pois isso impacta diretamente a quantidade de tinta necessária.
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Análise da Cobertura de Tinta/Cor: Qual é a extensão da cobertura de tinta ou cor desejada? Este fator influencia significativamente o consumo de tinta.
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Preço por Cartucho de Tinta/Toner: Considere o custo do cartucho de tinta ou toner, juntamente com o número estimado de etiquetas que podem ser impressas com um cartucho cheio.
É crucial observar que o tipo de material utilizado também desempenha um papel importante e, em última instância, afetará o custo total da etiqueta. No entanto, para simplificar, concentraremos nossa atenção nos custos associados à tinta.
Como são calculados esses custos?
No contexto da impressão digital, o método de estimativa dos custos de tinta varia conforme a tecnologia empregada, seja jato de tinta ou toner.
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Jato de Tinta: Neste processo, a imagem do rótulo é renderizada, fornece detalhes sobre a quantidade de ciano (C), magenta (M), amarelo (Y) e preto (K) que compõem a imagem. Com base nessa divisão, é gerado um custo por página (CPP), juntamente com uma estimativa dos custos de tinta ao longo da vida útil da impressora.
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Toner: Neste caso, um PDF da imagem do rótulo é carregado em uma ferramenta de software proprietária que determina a porcentagem de cobertura da área da etiqueta para cada toner (ciano, magenta, amarelo, preto e branco). Um CPP é então fornecido com uma discriminação dos custos de cada toner e outros suprimentos, como a unidade fusora e a correia de transferência.
É importante notar que, em ambas as tecnologias digitais, o custo é calculado com base em uma média, não em uma etiqueta individual. Isso leva em conta o consumo adicional de tinta ao longo da vida útil da impressora, desde a limpeza automática dos cabeçotes de impressão até a manutenção, garantindo uma qualidade de impressão ideal. Essa abordagem fornece uma estimativa de custo média, levando em consideração fatores como partículas de toner que aderem ao hardware interno e à carga eletrostática. Mesmo que esses totais adicionais sejam geralmente insignificantes, é essencial obter uma estimativa média de custos de tinta para garantir resultados máximos.
Manipule a Arte para Gerar Rótulos e Etiquetas mais Econômicos
A manipulação cuidadosa de arte e imagens pode desempenhar um papel significativo na busca de rótulos e etiquetas mais econômicos para imprimir. Aqui estão alguns aspectos a serem considerados:
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Redução da Cobertura de Tinta: Ao ajustar a intensidade das cores e a quantidade de detalhes na arte, é possível reduzir a cobertura de tinta. Menos tinta utilizada resulta em custos mais baixos de insumos, contribuindo para etiquetas mais econômicas.
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Otimização do Tamanho da Imagem: Redimensionar e melhorar a resolução das imagens pode afetar diretamente a quantidade de tinta necessária para imprimir cada etiqueta. Encontrar um equilíbrio entre qualidade visual e economia de tinta é crucial.
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Escolha de Cores Estratégicas: Optar por paletas de cores mais simples ou usar cores que requerem menos tinta para reproduzir pode ser uma estratégia eficaz. Além disso, explorar opções em escala de cinza ou monocromáticas pode reduzir significativamente os custos de tinta.
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Formato e Design Eficiente: Um layout eficiente e bem pensado pode minimizar o espaço em branco e, consequentemente, reduzir a área total que precisa ser impressa. Isso se traduz em menos tinta sendo utilizado, resultando em custos mais baixos.
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Testes e Provas Preliminares: Antes de uma produção em larga escala, realizar testes e provas preliminares permite ajustes na arte para melhorar a eficiência sem comprometer a qualidade. Isso é particularmente útil para encontrar o equilíbrio certo entre economia de tinta e a estética desejada.
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Revisão Regular do Design: À medida que a tecnologia de impressão avança, é benéfico revisar periodicamente o design e a arte para aproveitar novas técnicas que possam melhorar a eficiência da impressão.
Lembrando que a economia de tinta não deve comprometer a qualidade e a legibilidade do rótulo, especialmente se ele contiver informações críticas. Portanto, qualquer ajuste na arte deve ser feito com cuidado para garantir que o produto final atenda aos requisitos de comunicação visual e regulamentações aplicáveis.
Ao adotar uma abordagem analítica e proativa para compreender e aprimorar os custos de impressão, é possível alcançar uma eficiência notável nas operações de produção de rótulos e etiquetas. Essa otimização não apenas economizará tempo, mas também recursos financeiros.
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Tags: Xeikon Gráfica Rótulos
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A galeria do celular de quem trabalha com impressão é meio suspeitaTem foto da família, do cachorro, de uma viagem… e, no meio, aparecem 37 embalagens, 12 rótulos, um relevo bonito, uma cor diferente, um pedaço de papelão e aquele acabamento que alguém jurou que precisava registrar “para lembrar depois”.
Quem evita o problema quase nunca ganha o troféu
Tem uma cena curiosa em muitas empresas. Quando alguma coisa dá errado e alguém corre, resolve e salva o dia, essa pessoa vira herói. Ganha elogio, agradecimento e, se bobear, quase uma placa na parede. Enquanto isso, quem evitou outros dez problemas antes que eles aparecessem provavelmente passou despercebido.
Ainda não inventaram toque por Wi-Fi
A apresentação estava bonita no celular. Brilho certo, relevo elegante, textura sofisticada. O cliente ampliou a imagem, girou a tela, aproximou o rosto e quase parecia sentir o acabamento. Quase. Porque existe uma parte do impresso que a tela ainda não entrega.
Nenhuma máquina quebrou. Mesmo assim, ninguém imprimiu
A produção estava pronta. Papel abastecido, máquina ligada, operador no posto e prazo correndo. Só faltava um detalhe pequeno para começar: o arquivo. O problema é que ninguém conseguia acessá-lo. Em poucos minutos, ficou claro que a máquina estava perfeita.
A embalagem que você abre de manhã pode ter sido feita às três da madrugada
Às três da madrugada, a cidade parece desligada. Rua vazia, prédio escuro, cachorro dormindo e muita gente negociando mais cinco minutos com o despertador. Dentro de uma fábrica, porém, alguém está conferindo registro, alimentação, corte, vinco, impressão e uma pilha de embalagens que não para de crescer.
“Já que você está aqui…” muda o dia do técnico
O técnico termina o atendimento, fecha a maleta, confere a máquina e já começa a pensar no próximo compromisso. Até ouvir aquela frase que muda completamente o roteiro do dia: “Já que você está aqui…” De repente, aparece um operador apontando para outra máquina.
Três chefes, três prioridades, uma máquina só
A máquina estava pronta para rodar uma apostila quando chegou a primeira orientação: “segura esse trabalho, entrou outro mais urgente”. Poucos minutos depois, apareceu um segundo chefe dizendo exatamente o contrário. O terceiro chegou logo atrás com uma prioridade ainda mais importante.
“Guarda essa caixa, ela é bonita”
Acontece mais do que parece. O produto acabou, o perfume terminou, os chocolates sumiram há meses… mas a caixa continua lá, ocupando espaço na gaveta como se pagasse aluguel. Tem embalagem que a gente simplesmente não consegue jogar fora. A caixa do celular, do relógio, do sabonete, do brinquedo, do presente.
38 mil seguidores entraram na gráfica
Ela chegou sozinha, com algumas amostras na mão e uma tiragem que, olhando apenas para a quantidade, parecia pequena. Nada que chamasse atenção no meio de pedidos maiores circulando pela gráfica. Só que aquela cliente carregava algo que não cabia na ordem de produção.
Quem trabalha com impressão nunca mais olha o mundo normalmente
Tem gente que entra no supermercado para comprar café. Quem trabalha com impressão entra e começa a analisar a caixa. A cor está certa? O corte ficou alinhado? O acabamento ficou bom? Daqui a pouco a pessoa está virando a embalagem de um lado para o outro enquanto quem veio junto já avançou três corredores.
Se o comercial chegou com café, desconfie
Tem visita que a produção reconhece de longe. O comercial aparece sorrindo, distribui café, pergunta como está o dia e, depois de alguns minutos de conversa, solta com naturalidade que entrou “um pedido importante”. Normalmente ele vem acompanhado de três palavras perigosas que todo mundo na produção conhece bem, cliente grande, entrega rápida e só desta vez.
A meta foi batida. O problema ficou para o próximo turno
A máquina rodou o turno inteiro. O contador subiu, a meta apareceu em verde e alguém comemorou. No relatório, foi um ótimo dia. Na área ao lado, havia outra história esperando para ser contada. Copos tortos, bordas deformadas, fundos mal formados e unidades que não poderiam chegar ao cliente.
A embalagem foi aprovada por todo mundo. Menos por quem precisava usá-la.
O marketing gostou das cores. O comercial aprovou o destaque. A produção confirmou a viabilidade. A diretoria levantou o polegar. A embalagem quase saiu da reunião carregando um troféu. Na prateleira, porém, uma consumidora com baixa visão tentou identificar o produto. As caixas pareciam iguais.
O dono virou o sistema operacional da empresa?
O telefone toca. O comercial espera desconto; a produção, prioridade; o financeiro, autorização; e o cliente, resposta. Tudo funciona se o dono estiver disponível. No começo, centralizar parece cuidado. Ele conhece clientes, produtos, números e todos os atalhos. Mas, conforme a empresa cresce, essa agilidade vira fila. Há funcionários, máquinas e sistemas, porém cada decisão continua na cabeça dele.
Quem vai ensinar a próxima geração da indústria?
A máquina tem manual. A fábrica também deveria ter memória. Quem trabalha há décadas reconhece um ruído diferente, percebe uma variação no material e antecipa um problema antes de o painel emitir qualquer aviso. É um conhecimento construído entre acertos, erros, ajustes e milhares de horas de produção.
A embalagem sustentável chegou embrulhada em plástico
A caixa era de papel reciclável, tinha visual natural, folha verde impressa e um belo discurso sobre responsabilidade ambiental. Então alguém resolveu protegê-la com filme plástico, saco plástico, plástico-bolha e mais uma camada de plástico, só por segurança.
A última versão foi aprovada. A produção abriu a penúltima
A alteração era pequena. Uma informação corrigida, uma cor ajustada e um detalhe reposicionado. O cliente aprovou a nova arte e todos seguiram tranquilos para a produção. O problema é que a pasta também guardava o “final”, o “final corrigido”, o “final novo” e o “final aprovado”. Entre arquivos quase iguais, alguém abriu justamente a versão anterior.
O pedido estava liberado. A matéria-prima não.
Às oito da manhã, todos tinham uma boa notícia. O comercial havia confirmado o prazo, compras registrou a chegada do material, o PCP reservou a máquina e a produção terminou o setup. A máquina estava pronta. O pallet também estava ali. Faltava apenas um detalhe capaz de parar tudo. Ninguém podia usar o lote.
O protótipo ficou lindo. A coladeira não repetiu
Essa embalagem aguenta virar produção? O protótipo chegou à reunião parecendo pronto. Abas alinhadas, fechamento firme, cola no lugar e acabamento capaz de convencer todos. Mas havia sido montado com calma. Um dedo segurou a aba, outro corrigiu o vinco, alguém pressionou a colagem. Pequenas ajudas ausentes da ficha técnica.
A máquina cabia no layout. Não passava pela porta
Na planta, tudo estava perfeito. Havia espaço para operar, fazer manutenção e circular ao redor. O único detalhe esquecido foi como a máquina chegaria até lá. O caminhão encostou, a equipe se reuniu e a instalação começou naquele clima de novidade. Até a máquina encontrar uma porta alguns centímetros menor. O layout dizia que podia entrar. A parede discordou.
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