Um convertedor de rótulos e etiquetas decidiu dar seu primeiro passo na impressão digital colorida ao investir na Xeikon 3030
Um convertedor de rótulos e etiquetas decidiu dar seu primeiro passo na impressão digital colorida ao investir na Xeikon 3030
Compartilhe:
A escolha foi motivada pelo aumento da demanda por pequenas tiragens personalizadas e pela necessidade de manter um padrão de qualidade elevado.
O portfólio da Xeikon inclui impressoras digitais de alta performance, oferecendo uma solução eficiente e acessível para empresas que desejam expandir seus negócios com tecnologia digital de última geração.
O convertedor atua no setor de rótulos farmacêuticos, atendendo também a indústria automotiva e outros segmentos.
Antes de investir na Xeikon 3030, a empresa utilizava impressoras offset e rotativas heatset, além de uma impressora a laser monocromática para códigos de barras, que já não atendia às novas exigências do mercado.
Mas os tempos mudaram, como explica o diretor da empresa:
"Por muitos anos, os rótulos farmacêuticos eram apenas informativos. Agora, eles ganharam efeitos gráficos, cores vibrantes e designs diferenciados. Além disso, a demanda por pequenas tiragens e versões em diferentes idiomas cresceu rapidamente."

Para atender a esse novo cenário, a empresa fez uma pesquisa de mercado detalhada e encontrou na Xeikon 3030 a melhor solução.
"Tínhamos receio de entrar na impressão digital devido aos custos e à qualidade. Mas a tecnologia evoluiu muito, e a Xeikon nos ofereceu uma impressora digital de alta performance por um custo muito mais acessível. Isso fez toda a diferença na nossa decisão. Comparando com outros fornecedores, a Xeikon nos apresentou o melhor conjunto de soluções."

Com a Xeikon 3030, o convertedor agora pode produzir rótulos de até 400 m² de forma mais rentável do que no offset, eliminando custos de pré-impressão, como chapas e ajustes manuais. Agora, basta enviar o arquivo e imprimir com um clique!
Outro grande diferencial da Xeikon 3030 é a impressão precisa de textos finos e pretos sobre filme transparente, algo que antes era um desafio.
"Para convertedores de médio porte, entrar na impressão digital sempre foi um grande desafio financeiro. A Xeikon desenvolveu uma linha de máquinas justamente para permitir que empresas como a nossa entrassem nesse mercado sem precisar investir milhões."
A Xeikon 3030 é uma impressora digital colorida completa, com tinta branca de alta opacidade e resolução de 1200 dpi. Seu sistema digital X-800 permite integração total com sistemas de gestão (MIS), automatizando todo o fluxo de produção e facilitando o manuseio de dados variáveis e projetos complexos.
Com essa escolha, o convertedor modernizou sua produção, reduziu custos e passou a atender às novas exigências do mercado com mais agilidade e qualidade.
2025 É O MOMENTO PARA INOVAR!
A Apolo, representante oficial da Xeikon no Brasil, está pronta para ajudar convertedores e gráficas a modernizarem sua produção com tecnologia de ponta e suporte especializado. Fale com um especialista: (11) 3164-9400 www.apolo.com.br/Xeikon
Tags: Xeikon Gráfica Rótulos design packaging printing packagingdesign digitalprinting printingindustry packagingsolutions flexiblepackaging offsetprinting printingsolutions flexo labels labelprinting paper embalagens inkjetprinting packagingideas rfid thermal embalagem prepress grafica producao papel labeling packagedesign customdesign flexografia labelexpo uvprinting barcode converting artesgraficas labeldesign etiqueta etiquetas stickers comunicacaovisual uvled impressaodigital gráfica foil rotulos industriagrafica serigrafia foiling impressão
Posts recentes
A embalagem foi aprovada por todo mundo. Menos por quem precisava usá-la.O marketing gostou das cores. O comercial aprovou o destaque. A produção confirmou a viabilidade. A diretoria levantou o polegar. A embalagem quase saiu da reunião carregando um troféu. Na prateleira, porém, uma consumidora com baixa visão tentou identificar o produto. As caixas pareciam iguais.
O dono virou o sistema operacional da empresa?
O telefone toca. O comercial espera desconto; a produção, prioridade; o financeiro, autorização; e o cliente, resposta. Tudo funciona se o dono estiver disponível. No começo, centralizar parece cuidado. Ele conhece clientes, produtos, números e todos os atalhos. Mas, conforme a empresa cresce, essa agilidade vira fila. Há funcionários, máquinas e sistemas, porém cada decisão continua na cabeça dele.
Quem vai ensinar a próxima geração da indústria?
A máquina tem manual. A fábrica também deveria ter memória. Quem trabalha há décadas reconhece um ruído diferente, percebe uma variação no material e antecipa um problema antes de o painel emitir qualquer aviso. É um conhecimento construído entre acertos, erros, ajustes e milhares de horas de produção.
A embalagem sustentável chegou embrulhada em plástico
A caixa era de papel reciclável, tinha visual natural, folha verde impressa e um belo discurso sobre responsabilidade ambiental. Então alguém resolveu protegê-la com filme plástico, saco plástico, plástico-bolha e mais uma camada de plástico, só por segurança.
A última versão foi aprovada. A produção abriu a penúltima
A alteração era pequena. Uma informação corrigida, uma cor ajustada e um detalhe reposicionado. O cliente aprovou a nova arte e todos seguiram tranquilos para a produção. O problema é que a pasta também guardava o “final”, o “final corrigido”, o “final novo” e o “final aprovado”. Entre arquivos quase iguais, alguém abriu justamente a versão anterior.
O pedido estava liberado. A matéria-prima não.
Às oito da manhã, todos tinham uma boa notícia. O comercial havia confirmado o prazo, compras registrou a chegada do material, o PCP reservou a máquina e a produção terminou o setup. A máquina estava pronta. O pallet também estava ali. Faltava apenas um detalhe capaz de parar tudo. Ninguém podia usar o lote.
O protótipo ficou lindo. A coladeira não repetiu
Essa embalagem aguenta virar produção? O protótipo chegou à reunião parecendo pronto. Abas alinhadas, fechamento firme, cola no lugar e acabamento capaz de convencer todos. Mas havia sido montado com calma. Um dedo segurou a aba, outro corrigiu o vinco, alguém pressionou a colagem. Pequenas ajudas ausentes da ficha técnica.
A máquina cabia no layout. Não passava pela porta
Na planta, tudo estava perfeito. Havia espaço para operar, fazer manutenção e circular ao redor. O único detalhe esquecido foi como a máquina chegaria até lá. O caminhão encostou, a equipe se reuniu e a instalação começou naquele clima de novidade. Até a máquina encontrar uma porta alguns centímetros menor. O layout dizia que podia entrar. A parede discordou.
A solução provisória comemorou cinco anos de empresa
Era só até chegar a peça certa. Cinco anos depois, o remendo ganhou bolo, velas e quase uma placa de funcionário veterano. Na fábrica, pode ser uma fita segurando uma tampa. No escritório, uma planilha paralela. Na TI, aquele botão que ninguém pode apertar. Muda o setor, mas a carreira do provisório é sempre parecida.
Todo mundo quer inovação. Desde que nada precise mudar
A empresa compra um robô novo, corta a faixa, tira foto, publica nas redes e anuncia que entrou no futuro. Só existe um detalhe. O robô continua preso por uma corrente ao processo antigo.
O pedido tinha 12 versões. O orçamento enxergou apenas uma
Na planilha, eram 10 mil embalagens. Na produção, eram 12 artes, 12 conferências, 12 separações e várias chances de alguma coisa sair fora do lugar. Trocar apenas a imagem pode parecer simples. Mas cada versão exige atenção da pré-impressão, identificação correta, controle de quantidade, organização no acabamento e cuidado extra na expedição.
39 anos transformando tecnologia em produção, confiança e futuro
Hoje, 28 de julho, a Apolo Sistemas Gráficos completa 39 anos. E não é qualquer história. Desde 1987, acompanhamos de perto as transformações do mercado gráfico brasileiro. Tecnologias mudaram, novos segmentos surgiram e as necessidades de quem produz se tornaram cada vez maiores.
A embalagem foi aprovada fechada. Ninguém testou como abrir
Na apresentação, ela estava perfeita. Bonita, elegante, bem impressa e com acabamento de primeira. O problema apareceu quando alguém tentou abrir. Aba escondida, encaixe apertado, cola demais e nenhuma indicação clara. De repente, o consumidor precisa de unha, força, tesoura e um pouco de paciência para chegar ao produto.
O fim da linha virou academia
A máquina produz rápido. As embalagens saem em ótimo ritmo. Alguns metros depois, porém, começa a maratona. Um operador retira, conta, empilha, organiza e movimenta tudo manualmente. Em pouco tempo, o fim da linha deixa de parecer uma etapa industrial e vira treino de levantamento de caixas.
A etiqueta de preço cobriu justamente o melhor argumento do rótulo
Meses de desenvolvimento. Escolha de cores, tipografia, acabamento, revisão do texto e reuniões para decidir qual benefício deveria aparecer em maior destaque. O produto finalmente chegou à loja. Então alguém pegou uma etiqueta branca de preço e colou exatamente em cima da frase mais importante do rótulo.
A troca de turno que perde o acerto da máquina
A máquina estava redonda. Registro no ponto, corte certo, embalagem bonita e produção no ritmo esperado. Então o turno mudou. Quem entrou viu a regulagem, quis melhorar um detalhe e mexeu no botão. Minutos depois, saíram caixas tortas, desalinhadas e fora do padrão.
Todo mundo viu. Ninguém parou.
A caixa saiu torta da linha. A produção percebeu, mas imaginou que a qualidade barraria. A qualidade viu, mas acreditou que a expedição separaria. O PCP estava preocupado com o prazo. A expedição confiou que tudo já havia sido aprovado.
Sua gráfica tem uma Ferrari, mas dirige no modo econômico
A máquina é rápida, moderna e capaz de entregar muito mais. Mas o arquivo ainda chega incompleto. A aprovação acontece pelo WhatsApp. O PCP está em uma planilha que só uma pessoa entende. O material não foi separado e o acabamento descobre o pedido quando ele já está atrasado.
A semana começa antes da máquina ligar
Toda segunda-feira, a produção ganha chance. Pedidos entram, clientes cobram, materiais chegam, arquivos aguardam aprovação e máquinas precisam ser programadas. O problema é que muita correria de sexta nasce de pequenas decisões adiadas na segunda.
O hambúrguer chegou inteiro. A caixa nem tanto.
Tem embalagem que sai da cozinha como se fosse para uma sessão de fotos. Está limpa, reta, bem montada, bonita na bancada e com cara de marca organizada. O problema é que, no delivery, a prova não acontece no balcão. A prova acontece na mochila, na curva, na lombada e na pressa.
Veja Mais





















