Um Giro na Drupa 2024
Um Giro na Drupa 2024
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A Drupa 2024 não é apenas uma feira; é um marco na retomada vibrante da indústria gráfica global. Com mais de 1.200 brasileiros explorando a cidade de Düsseldorf, segundo dados da Abigraf, a presença nacional é forte e cheia de entusiasmo.

Explorando um Gigante de 140.000m²
Percorrer os 17 pavilhões, que se estendem por mais de 140.000m², é uma tarefa desafiadora. Planejamento é essencial e, claro, um bom par de sapatos! Ao longo de quatro dias, muitos visitantes percorreram impressionantes 45,76 km, comprovando que a feira é um verdadeiro testamento de dedicação e interesse pelo futuro da indústria gráfica.

Sustentabilidade e Inovação Tecnológica
Mesmo sem tantos lançamentos revolucionários, a Drupa 2024 reafirmou o compromisso global com a sustentabilidade, produtividade e controle preciso dos processos. A inteligência artificial aplicada nos equipamentos reflete a preocupação crescente com o desperdício e a eficiência, alinhando-se ao movimento de redução de set-up e ao objetivo de zero defeito.
Diversidade de Equipamentos de Acabamento
A diversidade de equipamentos de acabamento, como laminação, hotstamping, corte e vinco, colagem, entre outros, destaca que o mercado gráfico vai muito além da impressão. A variedade presente na Drupa 2024 mostra que há espaço para inovação e evolução em todas as etapas da produção gráfica.

Impressão Digital Inkjet: O Futuro Chegou
A impressão digital inkjet se consolidou como a tecnologia líder. A Panther PX3300HD, apresentada na Drupa 2024, destacou-se com seus 1.200 dpi de resolução e 70 m/min de velocidade. Utilizando tintas LED da Xeikon. Esta máquina revoluciona a impressão de rótulos e etiquetas UV inkjet com qualidade e eficiência superiores.
Embalagens Sustentáveis e Inovadoras
O mercado de embalagens está em ascensão, com uma clara tendência de migração do plástico para o papel. As novas tecnologias de impressão e tintas à base de água, certificadas para o mercado alimentar, ilustram essa mudança. A flexibilidade para produzir em diversos tipos de papel e a capacidade de atender a segmentos variados, como brinquedos, reforçam o potencial inovador da indústria gráfica. Esta tendência destaca a busca por soluções mais sustentáveis e eficientes na produção de embalagens.

Viva a Drupa 2024!
A Drupa 2024 é uma verdadeira celebração da inovação e do futuro brilhante da indústria gráfica. É um convite irresistível para continuar acreditando e investindo na criatividade e nas novas tecnologias que estão moldando o setor. Mesmo que esta possa ser uma das últimas grandes Drupas, a inspiração e o impulso para fazer mais e melhor continuarão vivos e pulsantes. Não perca a oportunidade de aproveitar a feira e se inspirar com o que há de mais inovador na indústria gráfica!
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Posts recentes
Minha mãe acha que eu imprimo todas as embalagens do mundo.No almoço de domingo, a mãe coloca uma caixa de biscoitos sobre a mesa e anuncia, toda orgulhosa: “Foi meu filho que fez!” Ele sorri e tenta explicar que trabalha numa gráfica, mas que aquela embalagem nem passou perto da empresa dele.
Ele é quem mais brinca no turno. Também é o primeiro a parar de brincar.
Ele consegue fazer até o colega mais sério da gráfica cair na risada. Tem resposta para tudo, encontra graça nas situações mais improváveis e parece saber exatamente como aliviar um ambiente pesado. Mas, no meio das brincadeiras, chega uma embalagem da primeira produção de um novo pedido, aguardando aprovação. Ele interrompe a piada.
Tem gente que fala dois idiomas na fábrica. Escritório e produção.
No escritório, alguém explica: “precisamos priorizar este pedido porque o cliente antecipou a entrega e mudou um detalhe da arte”. A mensagem chega na produção e, alguns minutos depois, alguém pergunta: “Tá, mas o que eles querem que a gente faça primeiro?”
Tem operador que conversa com a máquina como se ela entendesse
O trabalho começa, o papel entra, o operador acompanha os primeiros metros e fica olhando para a máquina com aquela atenção de quem conhece cada barulho. Aí começa a conversa: “Vamos colaborar hoje ou vai ser daquele jeito?” Se tudo segue bem, aparece até um elogio discreto.
O erro era corrigido todos os dias. Por isso ninguém corrigiu o erro
A lâmina passa mais uma vez pela mesma aba. Um pequeno ajuste, rápido, quase automático. A peça segue. Depois vem outra. E outra. Quem olha de fora pode até pensar que está tudo sob controle. Só que existe uma diferença enorme entre resolver uma peça e resolver o motivo pelo qual todas precisam daquele ajuste.
Todo mundo chama o impressor. Depois perguntam por que o serviço dele atrasou
Ele começa o turno com o próprio trabalho na frente. Confere, organiza, prepara para seguir. Aí alguém do acabamento aparece com uma dúvida. O ajudante chama para olhar uma regulagem. O PCP pergunta se aquele outro serviço consegue entrar depois. Antes de voltar para o que estava fazendo, outro operador já está ao lado: “Dá uma olhada nisso aqui para mim?”
A reunião mudou quando chamaram quem ia operar
Propostas abertas, amostras sobre a mesa e uma decisão importante andando entre direção, compras, comercial e produção. Investimento, capacidade, prazo, formato, aplicações. Tudo parecia coberto. Até alguém fazer uma pergunta simples: “Quem vai trabalhar com isso todos os dias já viu?”
Quando seu antigo ajudante vira a pessoa que você consulta
“Dá uma olhada nisso aqui.” O veterano segura a embalagem, vira a peça duas vezes, observa uma dobra e chama justamente aquele profissional que, anos atrás, ficava ao lado dele aprendendo cada detalhe.
Cinco minutos antes da visita nasce o 5S
Tem empresa que passa a semana inteira convivendo muito bem com uma caixa fora do lugar, uma bancada cheia de amostras e um carrinho parado exatamente onde não deveria. Aí chega a notícia: “O cliente está chegando.” Em menos de cinco minutos acontece um pequeno milagre industrial: nasce o 5S
Quando o cliente descobre o WhatsApp do operador
O celular vibra no meio da produção. O operador olha de lado, confere a mensagem e reconhece o nome. É o cliente. A conversa começou de forma inocente. Uma dúvida rápida, uma foto para confirmar um detalhe, talvez uma pergunta sobre aquele catálogo que está rodando. O operador conhece o trabalho, quer ajudar e responde. Só que, alguns minutos depois...
O técnico chegou e o defeito ficou tímido
Existe um fenômeno curioso na indústria gráfica. A máquina passa a manhã dando trabalho. O operador tenta ajustar, repete o teste, separa as peças com defeito e finalmente chama a assistência técnica. O técnico chega, observa o equipamento, pede para repetir a operação e… tudo funciona perfeitamente!
Quando o celular começa a ler a embalagem
A cena já ficou comum. A pessoa pega um produto na farmácia, vira a embalagem, aproxima do rosto, afasta um pouco… e desiste. Pega o celular, abre a câmera e fotografa. Não é para postar. É para aumentar a letra, traduzir uma informação, pesquisar um ingrediente ou até perguntar para uma IA o que aquilo significa.
Cadê a faca daquele trabalho?
Tem repetição que começa como boa notícia. O cliente voltou. A embalagem já foi produzida antes. O operador até lembra do acerto e alguém solta aquela frase perigosa: “Esse aí é tranquilo.” Tranquilo até alguém perguntar: cadê a faca daquele trabalho? Começa então uma pequena caça ao tesouro industrial.
O depósito sabe antes do financeiro quando imprimiram demais
Tem um momento em que o estoquista olha para uma nova pilha de livros chegando e provavelmente pensa: “Onde é que eu vou colocar isso?” No papel, a tiragem podia fazer sentido. Quanto maior o volume, melhor parecia o custo unitário. Só que o mercado nem sempre lê a mesma planilha. Alguns títulos vendem rápido. Outros saem aos poucos.
Na gráfica, o crachá muda. O apelido fica
Tem gente que trabalha anos numa gráfica e chega um momento em que metade da empresa já nem lembra direito o nome do crachá. Virou Bigode, Alemão, Japonês, Baixinho, Professor, Gordo, Magrão, Gaúcho, Mineiro… ou algum apelido que nasceu de uma história tão antiga que ninguém mais sabe explicar.
Quando a pressa faz o EPI parecer longe demais
É curioso como cinco metros podem virar cinquenta quando alguém pensa: “é rapidinho.” O óculos está ali. A luva também. O protetor está no lugar certo. Mas a tarefa parece tão simples que começa aquela negociação silenciosa com a própria consciência: “vou só ajustar isso aqui e já volto.”
O pallet estava perfeito. Aí alguém pediu justamente o livro de baixo
O pallet estava bonito de ver. Livros alinhados, pilha reta, tudo organizado, pronto para seguir. Aí aparece alguém com uma informação simples: “Preciso de um exemplar daquele título ali.” Claro que não era o de cima. Era o de baixo.
“Quem mexeu aqui?” muda o clima do setor em três segundos
É impressionante o poder de quatro palavras dentro de uma produção. Alguém olha para o painel, percebe que alguma coisa está diferente e solta: “Quem mexeu aqui?” Pronto. Um olha para o outro. Outro fica estranhamente interessado no chão. E sempre aparece alguém começando a explicar antes mesmo de ser perguntado.
A produção inteira sabe quando alguém trouxe comida boa
Ninguém precisa avisar. Basta abrir a tampa do pote no café e, de algum jeito, a notícia atravessa a produção inteira mais rápido do que muito comunicado importante. Primeiro aparece um com a caneca na mão. Depois outro “por acaso” passa ali. Em seguida surge alguém de um setor que ninguém lembrava que ficava tão perto.
Todo mundo estava falando do autor. O gráfico queria saber quem fez o livro
A conversa era sobre o livro. Um elogiou a história. Outro falou do autor. Teve quem comentasse a capa e quem perguntasse se já existia continuação. Enquanto isso, o gráfico estava quieto. Pegou o livro, virou, abriu nas últimas páginas, passou o dedo no papel, olhou a lombada e procurou aquela informação que ninguém mais na mesa parecia interessado em saber. “Quem imprimiu isso?”
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