10 motivos para visitar feiras
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Para que inovações e lançamentos de produtos sejam percebidos pelos mercados e pela mídia, as feiras são o melhor palco. É onde os decisores têm a oportunidade de se reunirem pessoalmente, o que pode ser extremamente valioso na construção de relacionamentos de confiança a longo prazo.
Os participantes da feira têm uma visão geral do que a indústria tem a oferecer e podem, assim, observar a concorrência. Novos mercados podem ser abertos. Por último, mas não menos importante, o benefício adicional a nível emocional é gerado pelo prazer de encontros inesperados e novas descobertas.
Participar regularmente de feiras pode ajudar a solidificar sua empresa como um líder de pensamento em seu setor, construindo assim uma confiança e autoridade sólida.
10 razões para visitar a feira:
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Explorar novas oportunidades de negócios: Muitos visitantes da feira estão em busca de novos produtos, serviços ou oportunidades de investimento que podem ser benéficos para seus negócios.
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Aprender sobre as últimas tendências do setor: Estas feiras oferecem uma oportunidade de ficar atualizado sobre as tendências mais recentes no setor.
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Networking: Visitar feiras é uma maneira eficaz de fazer contatos profissionais, conhecer potenciais parceiros de negócios e expandir sua rede de contatos.
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Avaliar a concorrência: Os visitantes podem usar as feiras para observar o que seus concorrentes estão fazendo e como estão se posicionando no mercado.
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Pesquisa de mercado: Feiras podem ser uma fonte valiosa de informações de mercado, permitindo que os visitantes obtenham insights sobre as preferências e necessidades dos clientes.
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Demonstrações de produtos: É uma oportunidade para ver produtos ou serviços em ação, o que pode ser útil para tomar decisões de compra.
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Estabelecer relações com fornecedores: Os visitantes podem encontrar fornecedores específicos para atender às necessidades de suas empresas.
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Educação e aprendizagem: Feiras frequentemente incluem seminários, workshops e palestras que oferecem conhecimento e informações valiosas sobre diversos tópicos do setor.
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Avaliação de qualidade: Visitar uma feira pode ajudar os visitantes a avaliar a qualidade das empresas e produtos expostos.
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Fonte de inspiração: Às vezes, as feiras podem ser uma fonte de inspiração para novas ideias, estratégias de marketing e inovações.

Como se preparar para visitar uma feira:
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Relevância : Escolha as feiras e eventos que sejam relevantes para o seu setor e público-alvo.
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Expositores : Encontre quais empresas estarão expondo e quais produtos ou serviços elas oferecem. Isso pode ajudar a identificar potenciais parceiros.
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Programação : Verifique a programação do evento para identificar sessões educacionais, palestras ou workshops que possam ser valiosos para sua empresa.
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Estratégia de participação : Planeje com antecedência como você deseja abordar a feira. Defina objetivos claros, prepare materiais importantes para levar ao evento e designe equipe para a participação.
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Orçamento : Calcule os custos associados à visita na feira, incluindo ingressos, viagens e alojamento. Certifique-se de que seu orçamento seja suficiente para cobrir todas as despesas.
Bons negócios!
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PDF bonito também pode mentirO arquivo abriu bonito na tela, o cliente aprovou e todo mundo achou que estava tudo certo. Mas quem vive a rotina de uma gráfica sabe que PDF bonito nem sempre é PDF pronto para produção.
Preto “bonito” que sai caro
Tem um erro que aparece toda semana na gráfica. A arte chega linda. Fundo preto “profundo”. Tudo aprovado. Aí começa a impressão… e o preto vira problema. O culpado quase sempre é o preto calçado usado do jeito errado.
O preço real chega dentro do container
Na planilha, muita compra parece perfeita. Preço bom, máquina bonita, proposta atraente, aquele sentimento de “agora eu fiz negócio”. Mas aí vem o frete internacional, imposto, desembaraço, variação cambial, prazo, peça, instalação com especialistas e suporte técnico.
Velocidade sem estabilidade só acelera o erro
Comprar uma máquina mais rápida parece sempre uma boa decisão. Afinal, quem não quer produzir mais em menos tempo? Mas existe uma diferença enorme entre velocidade no catálogo e produtividade real no chão de fábrica.
Caixa pronta em uma passagem
Imagine o papelão entrando de um lado e a caixa saindo quase pronta do outro. Menos etapas. Menos movimentação. Menos espera entre processos. É esse tipo de produtividade que muda o ritmo de uma cartonagem, de um fabricante de caixas ou de uma indústria de embalagens.
Papel barato pode custar caro
Comprar papel olhando só o preço parece economia. Até a produção começar a reclamar. O papel mais barato pode trazer pó, variação, parada de máquina, falha de impressão, perda no vinco, problema na laminação e mais desperdício.
O fornecedor virou parte da produção
Comprar bem nunca foi só comparar preço. Na prática, o fornecedor entra na fábrica junto com a máquina, com o papel, com o insumo, com a peça de reposição e, principalmente, com a resposta quando alguma coisa sai do combinado.
IA vai entrar pela pré-impressão
O "Exterminador do Futuro" não vai começar pela diretoria... Ele vai começar pelo Trapping. Muita gente perde o sono achando que a Inteligência Artificial vai acordar amanhã, assumir o controle de grandes gráficas e tomar decisões corporativas complexas de bilhões de dólares.
A umidade também manda na produção
No sistema produtivo, nem sempre o problema está na máquina, no operador ou no fornecedor. Às vezes, quem resolveu participar da produção foi a umidade do ar. E ela não costuma pedir licença.
Bobina ou Folha Solta?
No mercado gráfico, comparar papel apenas pelo preço de compra pode esconder parte importante da conta. Para o empresário, o que realmente importa é entender quanto esse papel custa dentro da operação inteira.
O acabamento pode engolir a promessa do digital
A impressão digital chegou com uma proposta forte para o mercado editorial. Tiragens menores, prazos mais curtos, menos estoque parado e mais flexibilidade para editoras, gráficas e empresas de conteúdo. Mas existe um detalhe que não cabe no discurso bonito da velocidade.
Digital e offset não precisam brigar
Tem discussão no mercado gráfico que parece reunião de condomínio. De um lado, alguém defendendo o offset como se fosse patrimônio histórico da humanidade. Do outro, alguém falando do digital como se tivesse inventado a impressão ontem de manhã.
Catálogo colorido voltou a ter valor
Tem cliente que até gosta de receber link. Mas, na hora de comparar produto, medida, acabamento e aplicação, um catálogo bem feito ainda entra na reunião com moral.
Quando o estoque de livros fecha o gol das editoras
Durante muito tempo, falar de livro, apostila ou catálogo era quase sempre falar de grande tiragem. Produzir muito para o custo unitário cair, estocar bastante e torcer para tudo girar bem. Quem nunca viu uma pilha de material parado ocupando espaço como se estivesse pagando aluguel?
Embalagem para produtos baratos
Na prateleira, o produto popular tem poucos segundos para ganhar confiança. O preço ajuda, claro. Mas se a embalagem parece frágil, mal impressa ou feita no susto, o consumidor desconfia antes mesmo de pegar na mão. E desconfiança, no varejo, pesa mais que desconto.
Técnico bom chega antes do prejuízo
O primeiro sinal quase nunca grita. Ele aparece baixinho, no ruído diferente, na vibração discreta, no ajuste fora do padrão ou naquela peça que parece pedir férias antes da hora. Por isso, técnico bom não é apenas aquele que aparece na emergência.
A Regency e a virada para o digital
A Regency Labels é uma gráfica familiar com muitos anos de estrada no mercado de rótulos. A base da empresa sempre foi a flexografia. Máquina robusta, produção firme, operador experiente com aquele conhecimento de chão de fábrica. Mas o mercado começou a mudar.
Máquina parada vira propaganda negativa
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Verniz não é maquiagem
Muita gente olha para o verniz e pensa que ele serve apenas para deixar a embalagem mais bonita. Serve também, claro. Mas parar por aí é quase chamar capacete de chapéu bonito. O verniz tem função, protege o impresso, valoriza o acabamento e ajuda a embalagem a chegar melhor até o cliente.
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