Controle de cor não é frescura
Controle de cor não é frescura
Cor errada não é detalhe. É prejuízo impresso.
Na tela, aquele azul estava lindo. No impresso, virou um “quase roxo com personalidade própria”. O cliente olha, a produção respira fundo, o prazo aperta e alguém solta a frase clássica: “Mas no monitor estava certo”.
O problema é que monitor não entrega pedido. Quem entrega é o processo.
RGB, CMYK, Pantone, perfil de cor, prova, papel, tinta, calibração e padrão não são palavras para complicar a conversa. São formas de evitar retrabalho, desperdício, atraso e aquela reunião em que todo mundo aponta para a amostra como se ela fosse culpada.
Controlar cor é proteger margem. É fazer o primeiro lote sair mais próximo do aprovado. É reduzir discussão. É ganhar confiança. E, principalmente, é parar de tratar cor como sorte.
Porque na impressão, “parecido” pode até passar no olho de quem está com pressa. Mas no caixa, no rótulo, na embalagem e na marca do cliente, parecido pode custar caro.
Na Apolo, acreditamos que boa tecnologia precisa vir junto com orientação, suporte técnico local, peças originais, treinamento e experiência de quem há 38 anos acompanha a produção de perto.
A cor certa começa antes da tinta encostar no papel.
Veja algumas soluções da Apolo
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