Avaliação da aplicação
Análise do produto, material, volume e necessidade de produção para ajudar a avaliar a solução adequada.
Mais controle para gráficas e editoras que querem produzir tiragens curtas, reposições rápidas e materiais atualizados sem depender de grandes estoques.
Sua empresa ainda precisa imprimir grandes lotes para manter títulos disponíveis? A Aurora 440 ajuda a transformar a produção digital editorial em uma operação mais flexível, com impressão CMYK frente e verso, alimentação por bobina e saída em folhas cortadas prontas para seguir ao acabamento.

A Aurora 440 é indicada para empresas que precisam produzir materiais editoriais e educacionais com mais controle de tiragem, rapidez nas reposições e menor dependência de grandes lotes.
Quando a empresa imprime mais do que vende, parte do capital fica imobilizada em livros, apostilas e materiais que podem levar meses para sair ou até perder validade comercial.
A produção digital ajuda a atender volumes menores e reimpressões recorrentes sem depender da mesma lógica de preparação usada em grandes tiragens.
Apostilas, manuais e materiais didáticos mudam com frequência. Produzir de forma mais próxima da demanda reduz o risco de manter grandes quantidades de versões antigas em estoque.
Pedidos urgentes, materiais por turma e reposições de títulos pedem uma produção capaz de responder mais rápido quando o conteúdo ou a quantidade mudam.
A compra de papel offset em bobina pode representar uma economia estimada de 15% a 25% por tonelada em comparação com a compra do papel já convertido em folhas, dependendo do fornecedor, volume, gramatura, região e condições comerciais.
Trazer parte da produção editorial para dentro da gráfica pode aumentar o controle sobre prazo, custo, prioridade e relacionamento com o cliente.
Abre espaço para atender livros sob demanda, apostilas, materiais didáticos, manuais, conteúdos versionados, reimpressões curtas e outros trabalhos editoriais recorrentes.

A Aurora 440 foi pensada para produção editorial e educacional em papel não revestido, com impressão digital CMYK duplex e fluxo roll to sheet. A bobina entra no equipamento e as folhas impressas saem cortadas, prontas para seguir ao acabamento.

Além da flexibilidade da produção digital, o uso de papel offset em bobina pode trazer uma vantagem importante na compra do principal insumo da produção editorial.
Economia estimada de 15% a 25% por tonelada na compra de papel offset em bobina.**
Em operações com consumo recorrente de papel, essa diferença pode ter impacto direto no custo por página e no retorno do investimento. O ganho real deve ser calculado com base no fornecedor, gramatura, volume de compra, região, frete e condições comerciais de cada empresa.
Nem sempre a pergunta principal é apenas “quanto ela produz?”. Para um equipamento industrial, a decisão precisa considerar tiragem, custo por página, variedade de títulos, prazo, estoque, acabamento, terceirização, suporte e retorno comercial.
A Apolo ajuda sua empresa a avaliar se a Aurora 440 faz sentido para o seu fluxo editorial, evitando uma decisão baseada somente em velocidade, resolução ou largura de impressão.

A Aurora 440 substitui o offset?
Não necessariamente. O offset continua muito competitivo em grandes tiragens. A Aurora 440 é especialmente interessante para volumes menores, reposições rápidas, conteúdos atualizados e trabalhos que pedem mais flexibilidade.
Serve para livros e apostilas sob demanda?
Sim. Esse é um dos principais objetivos da solução: permitir que a empresa produza livros, apostilas, materiais didáticos e outros miolos editoriais de acordo com a demanda real.
Que tipo de papel é recomendado?
A mídia recomendada é papel não revestido, com gramaturas de 45 a 165 g/m², conforme a especificação técnica do equipamento e a validação da aplicação.
Como funciona o fluxo roll to sheet?
A máquina recebe a bobina, imprime frente e verso em CMYK e entrega folhas cortadas, que podem seguir para o acabamento editorial.
Como saber se faz sentido para minha empresa?
O ideal é avaliar volume mensal, número de títulos, frequência de reimpressão, custo de terceirização, estoque parado, tipo de papel, acabamento e prazo. A Apolo pode orientar essa análise com visão técnica e comercial.
** Economia estimada em comparação com papel offset adquirido em folhas. Os percentuais podem variar conforme fornecedor, volume de compra, gramatura, região, frete e condições comerciais. Recomenda-se validar o ganho com cotações reais antes da decisão de investimento.
A Apolo Sistemas Gráficos tem 39 anos de atuação no mercado gráfico brasileiro e acompanha o projeto desde a avaliação da aplicação até a implantação e a continuidade da operação.
No projeto Aurora 440, a Apolo oferece instalação com especialistas, treinamento em português, suporte técnico local, peças, suprimentos e atendimento consultivo para ajudar a gráfica ou editora a produzir com segurança no Brasil.
A máquina imprime. O pós-venda sustenta a operação.

Fale com a Apolo e avalie como produzir livros, apostilas e materiais didáticos com mais controle, menos estoque e suporte técnico local.
Abaixo, veja as especificações técnicas do equipamento e os principais parâmetros para avaliação da aplicação.

| Item | Dados |
|---|---|
| Tipo de equipamento | Impressora digital inkjet editorial roll to sheet |
| Estilo de impressão | CMYK duplex |
| Tecnologia da cabeça | Drop on demand piezoelétrica |
| Modelo de cabeça | Epson I3200A1 |
| Quantidade de cabeças | 26 unidades |
| Tipo de tinta | Pigmentada à base de água |
| Resolução | 600 x 600 dpi ou 600 x 1200 dpi |
| Velocidade máxima de produção | Até 90 m/min em 600 x 600 dpi ou até 50 m/min em 600 x 1200 dpi |
| Registro frente e verso | ± 0,1 mm |
| Secagem | Infravermelha com ajuste automático conforme velocidade |
| Largura máxima da mídia | 440 mm |
| Largura máxima de impressão | 432 mm |
| Gramatura do papel | 45 a 165 g/m² |
| Mídia recomendada | Papel não revestido |
| Diâmetro máximo da bobina | 1,27 m |
| Tamanho máximo de corte | 880 mm |
| Dimensões aproximadas | 6900 x 3600 x 2400 mm |
| Peso aproximado | 5600 kg |
| Temperatura de operação | 22,5 °C a 27,5 °C |
| Umidade relativa | 40% a 70% |
Comprar um equipamento industrial envolve mais do que comparar especificações. A Apolo acompanha a avaliação da aplicação, a configuração da solução, a implantação e o suporte para que o investimento faça sentido na produção.
Análise do produto, material, volume e necessidade de produção para ajudar a avaliar a solução adequada.
Orientação para instalação, preparação da operação e entrada em produção do novo equipamento.
Suporte técnico para acompanhar a continuidade da operação depois da implantação.
Orientação sobre alternativas disponíveis para estruturar o investimento conforme o projeto.
Não sabe se este é o equipamento adequado? Informe o que sua empresa pretende produzir e a Apolo ajuda a avaliar a solução.
Tem um momento em que o estoquista olha para uma nova pilha de livros chegando e provavelmente pensa: “Onde é que eu vou colocar isso?” No papel, a tiragem podia fazer sentido. Quanto maior o volume, melhor parecia o custo unitário. Só que o mercado nem sempre lê a mesma planilha. Alguns títulos vendem rápido. Outros saem aos poucos.
Tem gente que trabalha anos numa gráfica e chega um momento em que metade da empresa já nem lembra direito o nome do crachá. Virou Bigode, Alemão, Japonês, Baixinho, Professor, Gordo, Magrão, Gaúcho, Mineiro… ou algum apelido que nasceu de uma história tão antiga que ninguém mais sabe explicar.
É curioso como cinco metros podem virar cinquenta quando alguém pensa: “é rapidinho.” O óculos está ali. A luva também. O protetor está no lugar certo. Mas a tarefa parece tão simples que começa aquela negociação silenciosa com a própria consciência: “vou só ajustar isso aqui e já volto.”
O pallet estava bonito de ver. Livros alinhados, pilha reta, tudo organizado, pronto para seguir. Aí aparece alguém com uma informação simples: “Preciso de um exemplar daquele título ali.” Claro que não era o de cima. Era o de baixo.
É impressionante o poder de quatro palavras dentro de uma produção. Alguém olha para o painel, percebe que alguma coisa está diferente e solta: “Quem mexeu aqui?” Pronto. Um olha para o outro. Outro fica estranhamente interessado no chão. E sempre aparece alguém começando a explicar antes mesmo de ser perguntado.