O gargalo mora no acabamento
Tem gráfica que imprime rápido, entrega uma qualidade bonita, atende bem o cliente e mesmo assim sofre para cumprir prazo. A culpa nem sempre está na impressão. Muitas vezes, o gargalo está logo depois, no acabamento.

A série EasyCut permite converter grande variedade de materiais para aplicações comerciais e de embalagem, tais como cartões, pastas, cartuchos, caixas, etc...
Seus formatos de 800 x 620 mm (meia folha) e 760 x 1.060 mm (folha inteira) com alimentação e entrega ininterrupta, permite maximizar a produção e manter a alta produtividade com qualidade. Possui velocidade de 7.000 folhas por hora (8.500 fph no modelo 800S), rápido tempo de acerto, versatilidade em papéis de baixa gramatura e até micro ondulados com espessura máxima de 4 mm.
A produção de até 7.000 folhas por hora (8.500 fph no modelo 800S) da EasyCut representa um aumento notável na produtividade, em comparação ao uso de máquinas manuais.
A EasyCut está disponível nas versões S e SM. O modelo S possui apenas uma matriz cortadora com estação de corte, já o modelo SM, além disso, vem com a estação de destaque. A estação de destaque permite que os resíduos internos, as bordas laterais e traseiras sejam removidas mecanicamente, dependendo do layout da folha. Isto reduz ou elimina o destaque manual.
A linha EasyCut foi projetada para uma operação fácil, descomplicada, configuração rápida, produção eficiente, com alta qualidade e muita flexibilidade. Ideal para trabalhos comerciais convencionais e também de embalagem, ajudando no aumento da produção das impressoras comerciais.
O selo de certificação CE, inspecionado pela SZUTEST, comprova que a máquina foi submetida a rigorosos testes e requisitos na fábrica e está em conformidade com todos os padrões de segurança exigidos pela legislação da União Europeia composto hoje por 28 países.


Tem gráfica que imprime rápido, entrega uma qualidade bonita, atende bem o cliente e mesmo assim sofre para cumprir prazo. A culpa nem sempre está na impressão. Muitas vezes, o gargalo está logo depois, no acabamento.
Uma máquina nova chegando na gráfica sempre cria expectativa. Tem preparação, treinamento, ajustes finais e aquela pergunta que todo empresário faz em silêncio. Será que vai rodar bem? Em Manaus, a resposta veio rápido.
Todo mundo gosta de falar em embalagem sustentável. Mas a conversa está ficando mais séria. Não basta dizer que o material é reciclável, biodegradável ou compostável. A pergunta agora é outra...
O prejuízo nem sempre chega com sirene. Às vezes ele aparece em pequenas paradas, ajustes repetidos, operador inseguro, peça que demora, assistência que não responde, lote com defeito, cliente reclamando e prazo apertado. No começo parece detalhe. Depois vira rotina.
Durante muito tempo, vender impressão parecia suficiente. O cliente mandava o arquivo, a gráfica produzia, o material era entregue e a conversa terminava ali. Mas o mercado mudou