CoverBook começa a produzir em Manaus logo após a instalação



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Uma máquina nova chegando na gráfica sempre cria expectativa. Tem preparação, treinamento, ajustes finais e aquela pergunta que todo empresário faz em silêncio.

Será que vai rodar bem?

Em Manaus, a resposta veio rápido.

O Marcelo, técnico da Apolo Sistemas Gráficos, acaba de concluir com sucesso a instalação de uma CoverBook. O cliente ficou muito satisfeito e a produção começou logo após a instalação, já em ritmo forte.

Esse é o tipo de entrega que mostra que máquina boa precisa vir acompanhada de gente boa. Tecnologia importa, claro. Mas instalação, orientação e suporte técnico fazem toda a diferença para transformar investimento em produção real.

A CoverBook é uma solução para acabamento premium. Ela permite produzir capas de livros, álbuns, pastas, calendários e caixas rígidas com alto padrão, precisão e velocidade. É o tipo de equipamento que ajuda a gráfica a sair do acabamento comum e entrar em produtos de maior valor percebido.

Em um mercado cada vez mais competitivo, acabamento deixou de ser detalhe. Uma boa capa, uma caixa rígida bem feita ou um álbum bem acabado podem mudar a percepção do cliente sobre o produto inteiro.

Por isso, ver uma CoverBook instalada, aprovada e produzindo no mesmo início de operação é uma notícia que merece ser contada.

Parabéns ao Marcelo pelo trabalho técnico e ao cliente de Manaus pela nova etapa.

Na Apolo, a CoverBook conta com exclusividade no Brasil, suporte técnico local, peças originais, treinamento e a confiança de quem tem 38 anos no setor gráfico e de embalagens.

www.apolo.com.br

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O hambúrguer chegou inteiro. A caixa nem tanto.

Tem embalagem que sai da cozinha como se fosse para uma sessão de fotos. Está limpa, reta, bem montada, bonita na bancada e com cara de marca organizada. O problema é que, no delivery, a prova não acontece no balcão. A prova acontece na mochila, na curva, na lombada e na pressa.


A amostra ficou linda. O lote não.

Tem trabalho que nasce perfeito na mesa de aprovação. A primeira peça sai bonita, bem montada, cor certa, vinco limpo, encaixe preciso. O cliente olha, aprova e vai embora com a sensação de que está tudo resolvido. Só que a produção em escala faz uma pergunta que a amostra sozinha não responde.


O QR Code caiu no vinco

A arte ficou bonita, o código está impresso e a campanha promete levar o consumidor direto para o site. Só existe um pequeno problema. O QR Code foi colocado justamente onde a embalagem dobra, curva, recebe verniz ou sofre deformação na montagem. Na hora da leitura, o celular começa uma caça ao tesouro. Aproxima, afasta, inclina, tenta novamente e desiste.


O caminhão está levando ar

Tem embalagem que protege o produto. E tem embalagem que protege uma enorme quantidade de espaço vazio. A caixa cresce, o produto continua pequeno e o caminhão vira praticamente um serviço de transporte de ar. Cabem menos unidades por viagem, o frete aumenta, o estoque ocupa mais espaço e o descarte também cresce.


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O layout que agrada o comercial, mas trava o PCP

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