Embalagens Inclusivas: Uma Revolução no Design e na Acessibilidade

Embalagens Inclusivas: Uma Revolução no Design e na Acessibilidade



Compartilhe:

No mundo corporativo contemporâneo, uma tendência inovadora e socialmente responsável vem ganhando destaque: o investimento em embalagens inclusivas. Essa abordagem, que transcende a mera funcionalidade estética, é um reflexo do crescente compromisso das empresas com a inclusão e a acessibilidade.

 

As embalagens da Degree possuem formato de “gancho” e alça que facilitam o manuseio pelo deficiente físico com uma mão, boca ou pé; o rótulo inclui instruções em Braille para cegos

 

O Que São Embalagens Inclusivas?

Embalagens inclusivas são projetadas pensando na diversidade dos consumidores, incluindo aqueles com deficiências visuais, auditivas, motoras ou cognitivas. Essas embalagens vão além da aparência, focando em como podem ser mais acessíveis e fáceis de usar para todos.

 

Embalagem fácil de abrir da Amazon

 

Inovação e Tecnologia: Pilares da Mudança

A tecnologia desempenha um papel crucial nessa transformação. Por exemplo, códigos QR podem ser impressos nas embalagens, direcionando os consumidores para sites com informações em linguagem de sinais ou áudio descrições. Outra inovação são as embalagens com características táteis, como relevo ou texturas diferenciadas, que ajudam pessoas com deficiência visual a identificar produtos.

 

 

Design Universal: Benefícios Para Todos

O conceito de design universal está no coração das embalagens inclusivas. Este princípio defende a criação de produtos que sejam acessíveis e usáveis pelo maior número possível de pessoas, independentemente de sua idade, tamanho ou habilidade. Isso significa embalagens com aberturas fáceis, rótulos legíveis e instruções claras.

 

Rótulo sensível à temperatura para o frescor dos alimentos, que muda de textura quando o produto não está mais fresco

 

Impacto Social e Econômico

A adoção de embalagens inclusivas não beneficia apenas indivíduos com deficiências. Ela também representa um avanço econômico significativo para as empresas. Ao tornar os produtos acessíveis a um público mais amplo, as empresas podem expandir sua base de consumidores e fortalecer a lealdade à marca.

 

 

Casos de Sucesso e Reconhecimento Internacional

Empresas ao redor do mundo já estão colhendo os frutos dessa iniciativa. Por exemplo, algumas marcas de alimentos introduziram embalagens com braille, enquanto fabricantes de produtos de higiene desenvolveram embalagens com indicadores táteis. Essas inovações não apenas facilitam a vida dos consumidores com deficiências, mas também são reconhecidas e premiadas em competições de design internacional.

 

Um Futuro Mais Inclusivo

O investimento em embalagens inclusivas é mais do que uma tendência passageira; é um passo em direção a um futuro mais inclusivo. As empresas que adotam essa abordagem demonstram não apenas sensibilidade social, mas também visão de futuro e inovação. À medida que mais organizações se juntam a esse movimento, podemos esperar um mercado cada vez mais diversificado e acessível, onde todos são valorizados e respeitados.

 

 

As embalagens inclusivas são um exemplo brilhante de como o design pode ser empregado para criar um mundo mais inclusivo e acessível. Esse movimento representa uma mudança significativa na forma como as empresas interagem com seus consumidores, priorizando a inclusibilidade e a acessibilidade. À medida que essa tendência continua a crescer, ela não apenas transforma embalagens, mas também molda uma sociedade mais acolhedora e inclusiva para todos.

 

Tags: Papelão Cartão Fast Food Xeikon Gráfica Rótulos

Posts recentes
Todo mundo estava falando do autor. O gráfico queria saber quem fez o livro

A conversa era sobre o livro. Um elogiou a história. Outro falou do autor. Teve quem comentasse a capa e quem perguntasse se já existia continuação. Enquanto isso, o gráfico estava quieto. Pegou o livro, virou, abriu nas últimas páginas, passou o dedo no papel, olhou a lombada e procurou aquela informação que ninguém mais na mesa parecia interessado em saber. “Quem imprimiu isso?”


Quando o dono entra no setor, todo mundo descobre uma postura nova

É impressionante como algumas pessoas conseguem melhorar a postura em menos de dois segundos. A conversa diminui, alguém ajeita a pilha de material, outro começa a olhar para uma folha com uma concentração que não existia cinco segundos antes. Tem até quem segure a caneca de café como se ela tivesse acabado de virar item de auditoria.


O café sempre encontra o único lugar onde não deveria estar

Toda empresa tem alguém que consegue transformar uma simples caneca de café em teste de nervos coletivo. Tem mesa, bancada, copa, apoio, carrinho, prateleira. Mesmo assim, a caneca acaba exatamente naquele cantinho em que todo mundo olha e pensa a mesma coisa: “não coloca isso aí.”


Tem vendedor que transforma o porta-malas em showroom

Tem vendedor que abre o porta-malas e parece que vai montar uma feira no estacionamento. Sai caixa, rótulo, catálogo, livro, amostra de papel, acabamento, cartucho, copo, uma peça que ninguém lembrava que estava ali… e aquela embalagem específica que ele tem certeza de que trouxe, mas desapareceu misteriosamente entre outras quarenta.


Quem ensina o novato quase nunca tem “treinador” no crachá

Toda empresa tem alguém que, sem perceber, virou o manual informal do lugar. É quem mostra onde ficam as coisas, explica quem realmente resolve cada assunto, traduz aquelas siglas que todo mundo usa como se fossem óbvias e ainda avisa quais gavetas é melhor não abrir sem necessidade.


Toda empresa tem o especialista em dar palpite sem operar nada

Ele aparece do nada, olha a máquina por alguns segundos e já tem um diagnóstico. “Eu aumentaria a velocidade.” “Essa cor está fácil de acertar.” “É só trocar o material.” Normalmente, quem está operando responde com aquele silêncio educado que vale por umas quatro frases.


Quanto custa economizar no lugar errado?

Às vezes a economia entra sorrindo pela porta. Pode chegar em forma de papel, papelão, filme, adesivo, tinta, peça, consumível ou qualquer outro item comprado por uma condição aparentemente melhor. Na entrada, a conta fecha. O problema é que a fábrica ainda não terminou de calcular.


Ninguém lê o manual. Todo mundo procura um vídeo.

Você compra alguma coisa, abre a caixa e encontra um manual. Antes da página 3, pega o celular e procura alguém mostrando como faz. Não é preguiça. Mudou a maneira de aprender. Queremos ver a sequência, o botão, o detalhe que o desenho não explicou, em poucos minutos.


Seu filho talvez não saiba o que você fabrica. Mas usa isso o dia inteiro.

“Pai, o que você faz no trabalho?” Dependendo da idade, explicar impressão, corte e vinco, acabamento, automação ou conversão de papel pode exigir mais criatividade do que o próprio trabalho. Depois de alguns segundos, muita gente acaba resumindo: “Eu trabalho numa fábrica.”


O feriado começa quando o último pallet vai embora

Sexta-feira antes de feriado tem um fenômeno curioso dentro das empresas. Às três da tarde, metade das pessoas já está mentalmente na estrada. Mas existe sempre um pallet que ainda não recebeu essa informação.


O trabalho sempre parece rápido quando você não é quem vai fazer

Existe uma unidade de tempo muito usada nas empresas que nenhum relógio consegue medir. É o “rapidinho”. “Troca isso rapidinho.” “Faz mais uma versão.” “Só ajusta esse detalhe.” Curiosamente, o rapidinho costuma ser bem mais rápido para quem pede do que para quem precisa executar.


A IA deixou todo mundo mais impaciente

Às 9h02 alguém pede uma campanha para a IA. Às 9h04 existem vinte opções na tela. Às 9h07 aparece uma pergunta que alguns anos atrás talvez nem fizesse sentido: “Dá para produzir isso hoje?”


Milhares de embalagens ficaram velhas em uma reunião de 40 minutos

A reunião terminou com uma nova identidade aprovada. Visual mais moderno, cores novas, embalagem renovada. Todo mundo gostou. Só esqueceram de convidar para a reunião os pallets que estavam no estoque.


A fábrica mais moderna pode depender de um caderno velho

A fábrica tem máquinas novas, painéis digitais, sensores, automação e sistemas que registram praticamente tudo. Mesmo assim, quando aparece aquele problema estranho, alguém abre uma gaveta e procura um caderno velho. Ali estão anotações feitas ao longo de anos. Uma regulagem que funciona melhor com determinado material.


A galeria do celular de quem trabalha com impressão é meio suspeita

Tem foto da família, do cachorro, de uma viagem… e, no meio, aparecem 37 embalagens, 12 rótulos, um relevo bonito, uma cor diferente, um pedaço de papelão e aquele acabamento que alguém jurou que precisava registrar “para lembrar depois”.


Quem evita o problema quase nunca ganha o troféu

Tem uma cena curiosa em muitas empresas. Quando alguma coisa dá errado e alguém corre, resolve e salva o dia, essa pessoa vira herói. Ganha elogio, agradecimento e, se bobear, quase uma placa na parede. Enquanto isso, quem evitou outros dez problemas antes que eles aparecessem provavelmente passou despercebido.


Ainda não inventaram toque por Wi-Fi

A apresentação estava bonita no celular. Brilho certo, relevo elegante, textura sofisticada. O cliente ampliou a imagem, girou a tela, aproximou o rosto e quase parecia sentir o acabamento. Quase. Porque existe uma parte do impresso que a tela ainda não entrega.


Nenhuma máquina quebrou. Mesmo assim, ninguém imprimiu

A produção estava pronta. Papel abastecido, máquina ligada, operador no posto e prazo correndo. Só faltava um detalhe pequeno para começar: o arquivo. O problema é que ninguém conseguia acessá-lo. Em poucos minutos, ficou claro que a máquina estava perfeita.


A embalagem que você abre de manhã pode ter sido feita às três da madrugada

Às três da madrugada, a cidade parece desligada. Rua vazia, prédio escuro, cachorro dormindo e muita gente negociando mais cinco minutos com o despertador. Dentro de uma fábrica, porém, alguém está conferindo registro, alimentação, corte, vinco, impressão e uma pilha de embalagens que não para de crescer.


“Já que você está aqui…” muda o dia do técnico

O técnico termina o atendimento, fecha a maleta, confere a máquina e já começa a pensar no próximo compromisso. Até ouvir aquela frase que muda completamente o roteiro do dia: “Já que você está aqui…” De repente, aparece um operador apontando para outra máquina.


Veja Mais

Clientes

39 anos da Apolo Sistemas Gráficos