Flint incentiva a transição para cura UV por LED
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A indústria global de impressão e embalagem é conhecida por ser visionária e possuir uma capacidade inata de adaptação e mudança. O foco cada vez mais acentuado na sustentabilidade e na redução do impacto ambiental das empresas é um componente central do sucesso comercial que não se pode dar ao luxo de ignorar.
Uma das inovações mais significativas na indústria de impressão pode ser encontrada nos métodos de cura, com a cura por LED (diodo emissor de luz) emergindo lentamente como uma alternativa superior à cura UV (ultravioleta) tradicional - superando-a agora em muitos aspectos.

A Flint Group apresentou um novo documento técnico que examina o crescimento da tecnologia de cura UV LED e seu impacto no setor de impressão de banda estreita, buscando ajudar os impressores e convertedores na transição da cura UV tradicional baseada em mercúrio para sistemas UV LED. O papel das tintas de cura dupla, como a linha de tintas EkoCure Dual Cure da própria Flint, também é considerado.
O documento explora por que a cura por LED está provando ser o futuro do sucesso da impressão, de onde vêm os tão elogiados benefícios de sustentabilidade e como as gráficas podem permanecer produtivas, econômicas e competitivas durante esse período de transição.

O documento prepara o cenário para impressores e convertedores que desejam mudar para sistemas de cura LED de baixa energia - fornece uma visão geral sólida dos muitos benefícios, que incluem controle de custos, velocidade, durabilidade e uso de energia. Também apresenta a linha de tintas e revestimentos EkoCure da Flint Group, construída com base na tecnologia Dual Cure® e projetada para funcionar sob métodos de cura UV LED e UV tradicionais, dando aos convertedores a flexibilidade de alternar os métodos de cura unidade por unidade.
Com foco em como a sustentabilidade, a eficiência e o desempenho podem trabalhar juntos, o documento é um recurso valioso para impressores e convertedores que buscam permanecer à frente no setor de impressão de rótulos e etiquetas. Aborda os principais aspectos que tornam a cura UV LED um divisor de águas para impressoras de banda estreita, incluindo:
• Eficiência energética: explica como a cura UV LED pode otimizar o consumo de energia e reduzir significativamente os custos.
• Vantagens ecológicas: Explora os benefícios ambientais da transição da cura UV tradicional à base de mercúrio para sistemas UV LED preparados para o futuro.
• Longevidade e economia de custos: Discuti como a impressionante vida útil das unidades UV LED pode aumentar a eficiência e minimizar o desperdício, economizando, em última análise, dinheiro.
• EkoCure®: Uma prévia da linha de tintas EkoCure® Dual Cure do Flint Group.

Anna Niewiadomska, Gerente de Marketing de Banda Estreita da Flint Group
Anna Niewiadomska, Gerente de Marketing de Banda Estreita da Flint Group, comenta: “Temos orgulho de nossa vasta experiência em tintas e revestimentos, mas o conhecimento não tem sentido se não puder ser compartilhado para o benefício de toda a indústria. É por isso que colocamos um foco tão importante no desenvolvimento de documentos técnicos para o setor. "
Em um mercado que continua a evoluir de forma dinâmica, as gráficas estão obtendo margens de lucro cada vez mais estreitas. Nosso documento técnico busca simplificar a complexidade e apresentar as inúmeras vantagens de custo e sustentabilidade da cura UV LED, que são de grande interesse para as gráficas atuais.
O guia baseia-se na extensa experiência de dez anos da Flint Group no desenvolvimento de tecnologia UV LED.
O documento técnico está disponível para download em: https://www.flintgrp.com/en/divisions/packaging-narrow-web/narrow-web/narrow-web-resource-hub/
Para obter mais informações sobre como a linha EkoCure® da Flint Group pode ajudar impressoras de banda estreita a transformar seus processos, entre em contato com info.narrowweb@flintgrp.com
Conheça a linha de impressoras flexográficas banda estreita da Lombardi, clique aqui!

Assista a apresentação das tintas de cura dupla da Flint Group, clique aqui!
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O pedido estava liberado. A matéria-prima não.Às oito da manhã, todos tinham uma boa notícia. O comercial havia confirmado o prazo, compras registrou a chegada do material, o PCP reservou a máquina e a produção terminou o setup. A máquina estava pronta. O pallet também estava ali. Faltava apenas um detalhe capaz de parar tudo. Ninguém podia usar o lote.
O protótipo ficou lindo. A coladeira não repetiu
Essa embalagem aguenta virar produção? O protótipo chegou à reunião parecendo pronto. Abas alinhadas, fechamento firme, cola no lugar e acabamento capaz de convencer todos. Mas havia sido montado com calma. Um dedo segurou a aba, outro corrigiu o vinco, alguém pressionou a colagem. Pequenas ajudas ausentes da ficha técnica.
A máquina cabia no layout. Não passava pela porta
Na planta, tudo estava perfeito. Havia espaço para operar, fazer manutenção e circular ao redor. O único detalhe esquecido foi como a máquina chegaria até lá. O caminhão encostou, a equipe se reuniu e a instalação começou naquele clima de novidade. Até a máquina encontrar uma porta alguns centímetros menor. O layout dizia que podia entrar. A parede discordou.
A solução provisória comemorou cinco anos de empresa
Era só até chegar a peça certa. Cinco anos depois, o remendo ganhou bolo, velas e quase uma placa de funcionário veterano. Na fábrica, pode ser uma fita segurando uma tampa. No escritório, uma planilha paralela. Na TI, aquele botão que ninguém pode apertar. Muda o setor, mas a carreira do provisório é sempre parecida.
Todo mundo quer inovação. Desde que nada precise mudar
A empresa compra um robô novo, corta a faixa, tira foto, publica nas redes e anuncia que entrou no futuro. Só existe um detalhe. O robô continua preso por uma corrente ao processo antigo.
O pedido tinha 12 versões. O orçamento enxergou apenas uma
Na planilha, eram 10 mil embalagens. Na produção, eram 12 artes, 12 conferências, 12 separações e várias chances de alguma coisa sair fora do lugar. Trocar apenas a imagem pode parecer simples. Mas cada versão exige atenção da pré-impressão, identificação correta, controle de quantidade, organização no acabamento e cuidado extra na expedição.
39 anos transformando tecnologia em produção, confiança e futuro
Hoje, 28 de julho, a Apolo Sistemas Gráficos completa 39 anos. E não é qualquer história. Desde 1987, acompanhamos de perto as transformações do mercado gráfico brasileiro. Tecnologias mudaram, novos segmentos surgiram e as necessidades de quem produz se tornaram cada vez maiores.
A embalagem foi aprovada fechada. Ninguém testou como abrir
Na apresentação, ela estava perfeita. Bonita, elegante, bem impressa e com acabamento de primeira. O problema apareceu quando alguém tentou abrir. Aba escondida, encaixe apertado, cola demais e nenhuma indicação clara. De repente, o consumidor precisa de unha, força, tesoura e um pouco de paciência para chegar ao produto.
O fim da linha virou academia
A máquina produz rápido. As embalagens saem em ótimo ritmo. Alguns metros depois, porém, começa a maratona. Um operador retira, conta, empilha, organiza e movimenta tudo manualmente. Em pouco tempo, o fim da linha deixa de parecer uma etapa industrial e vira treino de levantamento de caixas.
A etiqueta de preço cobriu justamente o melhor argumento do rótulo
Meses de desenvolvimento. Escolha de cores, tipografia, acabamento, revisão do texto e reuniões para decidir qual benefício deveria aparecer em maior destaque. O produto finalmente chegou à loja. Então alguém pegou uma etiqueta branca de preço e colou exatamente em cima da frase mais importante do rótulo.
A troca de turno que perde o acerto da máquina
A máquina estava redonda. Registro no ponto, corte certo, embalagem bonita e produção no ritmo esperado. Então o turno mudou. Quem entrou viu a regulagem, quis melhorar um detalhe e mexeu no botão. Minutos depois, saíram caixas tortas, desalinhadas e fora do padrão.
Todo mundo viu. Ninguém parou.
A caixa saiu torta da linha. A produção percebeu, mas imaginou que a qualidade barraria. A qualidade viu, mas acreditou que a expedição separaria. O PCP estava preocupado com o prazo. A expedição confiou que tudo já havia sido aprovado.
Sua gráfica tem uma Ferrari, mas dirige no modo econômico
A máquina é rápida, moderna e capaz de entregar muito mais. Mas o arquivo ainda chega incompleto. A aprovação acontece pelo WhatsApp. O PCP está em uma planilha que só uma pessoa entende. O material não foi separado e o acabamento descobre o pedido quando ele já está atrasado.
A semana começa antes da máquina ligar
Toda segunda-feira, a produção ganha chance. Pedidos entram, clientes cobram, materiais chegam, arquivos aguardam aprovação e máquinas precisam ser programadas. O problema é que muita correria de sexta nasce de pequenas decisões adiadas na segunda.
O hambúrguer chegou inteiro. A caixa nem tanto.
Tem embalagem que sai da cozinha como se fosse para uma sessão de fotos. Está limpa, reta, bem montada, bonita na bancada e com cara de marca organizada. O problema é que, no delivery, a prova não acontece no balcão. A prova acontece na mochila, na curva, na lombada e na pressa.
A amostra ficou linda. O lote não.
Tem trabalho que nasce perfeito na mesa de aprovação. A primeira peça sai bonita, bem montada, cor certa, vinco limpo, encaixe preciso. O cliente olha, aprova e vai embora com a sensação de que está tudo resolvido. Só que a produção em escala faz uma pergunta que a amostra sozinha não responde.
O QR Code caiu no vinco
A arte ficou bonita, o código está impresso e a campanha promete levar o consumidor direto para o site. Só existe um pequeno problema. O QR Code foi colocado justamente onde a embalagem dobra, curva, recebe verniz ou sofre deformação na montagem. Na hora da leitura, o celular começa uma caça ao tesouro. Aproxima, afasta, inclina, tenta novamente e desiste.
O caminhão está levando ar
Tem embalagem que protege o produto. E tem embalagem que protege uma enorme quantidade de espaço vazio. A caixa cresce, o produto continua pequeno e o caminhão vira praticamente um serviço de transporte de ar. Cabem menos unidades por viagem, o frete aumenta, o estoque ocupa mais espaço e o descarte também cresce.
O comercial vende uma data que a fábrica ainda não conhece
O cliente pergunta quando fica pronto. O comercial olha o calendário, calcula e responde: “Entregamos na sexta.” Na produção, ninguém foi consultado. O material não chegou, a máquina está ocupada, o acabamento tem fila e o PCP descobre que ganhou um problema com data marcada.
O pedido pequeno pode dar mais trabalho que o pedido grande
Parece estranho, mas quem vive a produção sabe que acontece. O pedido é pequeno, mas chegam três arquivos, alterações de última hora, medida diferente, aprovação demorada e outro ajuste. No fim, produzir 50 peças pode consumir mais tempo que um lote de milhares.
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