O Que é o Corte a Laser Kiss Cutting?

O Que é o Corte a Laser Kiss Cutting?



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Se você já precisou destacar um adesivo com facilidade, sem rasgar ou comprometer o restante do material, então já experimentou o poder do laser kiss cutting!

Essa tecnologia avançada está revolucionando o setor de rótulos e etiquetas, garantindo cortes de alta precisão, sem necessidade de ferramentas físicas. Mas como isso pode impactar a sua produção e como a Apolo pode ajudar você a evoluir nesse processo?

 

O laser kiss cutting é um método de corte que atua apenas na camada superior do material adesivo, sem atingir o liner de fundo. Dessa forma, os rótulos e etiquetas permanecem no lugar até o momento certo de serem aplicados. Isso é essencial para produtos com cortes personalizados, etiquetas de segurança, selos de garantia e até aplicações médicas.

 

Por que trocar as facas convencionais pelo laser?

Se o seu processo ainda depende de facas físicas, você sabe que o tempo de troca de ferramentas, os custos de reposição e as limitações de design são desafios constantes. Com o corte a laser, essas barreiras desaparecem.

Exemplo prático: Imagine que um cliente pediu um novo formato de rótulo para um lançamento especial. Com facas convencionais, seria necessário fabricar uma nova matriz, atrasando o prazo de entrega e aumentando os custos. Com o corte a laser, basta carregar o novo design no software, e a produção segue imediatamente!


 

Vantagens do Corte a Laser para Rótulos e Etiquetas

A tecnologia de corte a laser não é apenas uma tendência, mas sim uma necessidade para empresas que buscam competitividade, personalização e eficiência. Confira alguns dos principais benefícios:

  • Eliminação do estoque de facas: Nenhuma ferramenta física é necessária, reduzindo custos e tempo de produção.
     
  • Mudanças instantâneas no design: Alterar um formato ou personalização é tão simples quanto carregar um novo arquivo no sistema.
     
  • Precisão extrema: O laser realiza cortes complexos com exatidão, garantindo bordas limpas e sem rebarbas.
     
  • Alta produtividade: A velocidade de corte pode alcançar até 80 metros por minuto, garantindo entregas rápidas.
     
  • Redução de desperdício: Como o laser é extremamente preciso, há menos perdas de material, reduzindo custos.
     
  • Versatilidade de materiais: O corte a laser pode ser aplicado em papéis adesivos, filmes plásticos, materiais metálicos finos e substratos sintéticos.
     

 

Conheça a LaserCut 350

Para quem busca o máximo desempenho no acabamento de rótulos e etiquetas, a LaserCut 350 da Apolo é a solução perfeita!

  • Velocidade de até 80m/min para grandes demandas.
     
  • Cortes contínuos e automáticos, garantindo fluxo de produção otimizado.
     
  • Web Guide BST para alinhamento perfeito do material.
     
  • Configurações flexíveis: opções de verniz, laminação e corte longitudinal.
     
  • Disponível com 150W, 300W ou 600W de potência para atender diferentes necessidades.
     

Seja para rótulos de vinhos, etiquetas industriais, selos de autenticidade ou embalagens personalizadas, a LaserCut 350 entrega qualidade superior e elimina os gargalos da produção tradicional.


 

Vale a pena investir no corte a laser?

Se sua empresa quer oferecer mais personalização, reduzir custos com ferramentas físicas e aumentar a produtividade, a resposta é sim! O corte a laser não é apenas uma modernização, mas um salto estratégico para qualquer indústria gráfica, convertedora de rótulos e embalagens.

E você, já considerou implementar o corte a laser no seu processo? Fale com um especialista da Apolo e descubra como transformar sua produção! 

Entre em contato agora mesmo! (11)3164-9400 | www.apolo.com.br/LASERCUT

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Nenhuma máquina quebrou. Mesmo assim, ninguém imprimiu

A produção estava pronta. Papel abastecido, máquina ligada, operador no posto e prazo correndo. Só faltava um detalhe pequeno para começar: o arquivo. O problema é que ninguém conseguia acessá-lo. Em poucos minutos, ficou claro que a máquina estava perfeita.


A embalagem que você abre de manhã pode ter sido feita às três da madrugada

Às três da madrugada, a cidade parece desligada. Rua vazia, prédio escuro, cachorro dormindo e muita gente negociando mais cinco minutos com o despertador. Dentro de uma fábrica, porém, alguém está conferindo registro, alimentação, corte, vinco, impressão e uma pilha de embalagens que não para de crescer.


“Já que você está aqui…” muda o dia do técnico

O técnico termina o atendimento, fecha a maleta, confere a máquina e já começa a pensar no próximo compromisso. Até ouvir aquela frase que muda completamente o roteiro do dia: “Já que você está aqui…” De repente, aparece um operador apontando para outra máquina.


Três chefes, três prioridades, uma máquina só

A máquina estava pronta para rodar uma apostila quando chegou a primeira orientação: “segura esse trabalho, entrou outro mais urgente”. Poucos minutos depois, apareceu um segundo chefe dizendo exatamente o contrário. O terceiro chegou logo atrás com uma prioridade ainda mais importante.


“Guarda essa caixa, ela é bonita”

Acontece mais do que parece. O produto acabou, o perfume terminou, os chocolates sumiram há meses… mas a caixa continua lá, ocupando espaço na gaveta como se pagasse aluguel. Tem embalagem que a gente simplesmente não consegue jogar fora. A caixa do celular, do relógio, do sabonete, do brinquedo, do presente.


38 mil seguidores entraram na gráfica

Ela chegou sozinha, com algumas amostras na mão e uma tiragem que, olhando apenas para a quantidade, parecia pequena. Nada que chamasse atenção no meio de pedidos maiores circulando pela gráfica. Só que aquela cliente carregava algo que não cabia na ordem de produção.


Quem trabalha com impressão nunca mais olha o mundo normalmente

Tem gente que entra no supermercado para comprar café. Quem trabalha com impressão entra e começa a analisar a caixa. A cor está certa? O corte ficou alinhado? O acabamento ficou bom? Daqui a pouco a pessoa está virando a embalagem de um lado para o outro enquanto quem veio junto já avançou três corredores.


Se o comercial chegou com café, desconfie

Tem visita que a produção reconhece de longe. O comercial aparece sorrindo, distribui café, pergunta como está o dia e, depois de alguns minutos de conversa, solta com naturalidade que entrou “um pedido importante”. Normalmente ele vem acompanhado de três palavras perigosas que todo mundo na produção conhece bem, cliente grande, entrega rápida e só desta vez.


A meta foi batida. O problema ficou para o próximo turno

A máquina rodou o turno inteiro. O contador subiu, a meta apareceu em verde e alguém comemorou. No relatório, foi um ótimo dia. Na área ao lado, havia outra história esperando para ser contada. Copos tortos, bordas deformadas, fundos mal formados e unidades que não poderiam chegar ao cliente.


A embalagem foi aprovada por todo mundo. Menos por quem precisava usá-la.

O marketing gostou das cores. O comercial aprovou o destaque. A produção confirmou a viabilidade. A diretoria levantou o polegar. A embalagem quase saiu da reunião carregando um troféu. Na prateleira, porém, uma consumidora com baixa visão tentou identificar o produto. As caixas pareciam iguais.


O dono virou o sistema operacional da empresa?

O telefone toca. O comercial espera desconto; a produção, prioridade; o financeiro, autorização; e o cliente, resposta. Tudo funciona se o dono estiver disponível. No começo, centralizar parece cuidado. Ele conhece clientes, produtos, números e todos os atalhos. Mas, conforme a empresa cresce, essa agilidade vira fila. Há funcionários, máquinas e sistemas, porém cada decisão continua na cabeça dele.


Quem vai ensinar a próxima geração da indústria?

A máquina tem manual. A fábrica também deveria ter memória. Quem trabalha há décadas reconhece um ruído diferente, percebe uma variação no material e antecipa um problema antes de o painel emitir qualquer aviso. É um conhecimento construído entre acertos, erros, ajustes e milhares de horas de produção.


A embalagem sustentável chegou embrulhada em plástico

A caixa era de papel reciclável, tinha visual natural, folha verde impressa e um belo discurso sobre responsabilidade ambiental. Então alguém resolveu protegê-la com filme plástico, saco plástico, plástico-bolha e mais uma camada de plástico, só por segurança.


A última versão foi aprovada. A produção abriu a penúltima

A alteração era pequena. Uma informação corrigida, uma cor ajustada e um detalhe reposicionado. O cliente aprovou a nova arte e todos seguiram tranquilos para a produção. O problema é que a pasta também guardava o “final”, o “final corrigido”, o “final novo” e o “final aprovado”. Entre arquivos quase iguais, alguém abriu justamente a versão anterior.


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O protótipo ficou lindo. A coladeira não repetiu

Essa embalagem aguenta virar produção? O protótipo chegou à reunião parecendo pronto. Abas alinhadas, fechamento firme, cola no lugar e acabamento capaz de convencer todos. Mas havia sido montado com calma. Um dedo segurou a aba, outro corrigiu o vinco, alguém pressionou a colagem. Pequenas ajudas ausentes da ficha técnica.


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Na planta, tudo estava perfeito. Havia espaço para operar, fazer manutenção e circular ao redor. O único detalhe esquecido foi como a máquina chegaria até lá. O caminhão encostou, a equipe se reuniu e a instalação começou naquele clima de novidade. Até a máquina encontrar uma porta alguns centímetros menor. O layout dizia que podia entrar. A parede discordou.


A solução provisória comemorou cinco anos de empresa

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Todo mundo quer inovação. Desde que nada precise mudar

A empresa compra um robô novo, corta a faixa, tira foto, publica nas redes e anuncia que entrou no futuro. Só existe um detalhe. O robô continua preso por uma corrente ao processo antigo.


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Na planilha, eram 10 mil embalagens. Na produção, eram 12 artes, 12 conferências, 12 separações e várias chances de alguma coisa sair fora do lugar. Trocar apenas a imagem pode parecer simples. Mas cada versão exige atenção da pré-impressão, identificação correta, controle de quantidade, organização no acabamento e cuidado extra na expedição.


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