Polyart Lança Papel Ecológico para Etiquetas e Rótulos
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Em um mundo cada vez mais consciente da importância da sustentabilidade, as inovações ecológicas no setor de embalagens ganham destaque.
O Grupo Polyart, reconhecido por suas soluções especializadas em papéis e filmes, está na vanguarda dessa transformação. Com o lançamento do Fiberskin Tag, a empresa apresenta uma opção 100% de papel para rótulos e etiquetas que não apenas eleva os padrões de qualidade e resistência mas também alinha as práticas industriais com os princípios de sustentabilidade.

Resistência e Ecologia
O Fiberskin Tag é um papel projetado para superar os desafios tradicionais encontrados em rótulos e etiquetas. Sua resistência a rasgos e à água, proporcionada por um revestimento especializado, não compromete a sua reciclabilidade. A composição desse revestimento, embora confidencial, é um testemunho da inovação da Polyart na busca por soluções que sejam tanto eficientes quanto ecologicamente responsáveis.
Este papel inovador é adequado para contato com alimentos, cumprindo as exigentes certificações alimentares BFR XXXVI e DGCCRF. Além disso, está em conformidade com os regulamentos de embalagem, incluindo a lei anti-desperdício AGEC para uma Economia Circular, demonstrando seu compromisso com as práticas sustentáveis. A certificação FSC (FSC C195593) reforça o compromisso da Polyart com a gestão responsável das florestas.

Versatilidade e Aplicações
Com um revestimento unilateral, o Fiberskin Tag suporta impressão em 4 cores em ambos os lados, utilizando tecnologias flexográficas e offset, além de impressão por transferência térmica de um lado. Esta versatilidade assegura uma fácil conversão utilizando equipamento padrão, permitindo que ele se comporte como papel e cartão tradicionais durante o processo de conversão.
Disponível em quatro gramaturas, o Fiberskin Tag atende a uma variedade de necessidades de aplicação, desde faixas para frutas e vegetais até rótulos para ambientes frios e refrigerados, demonstrando sua ampla aplicabilidade.

Compromisso com a Sustentabilidade
Além do Fiberskin Tag, o Grupo Polyart introduz no mercado duas outras soluções sustentáveis: o r-Polyart® e o Polyart Laser Food. O r-Polyart®, primeiro papel sintético composto por 30% de material reciclado pós-consumo, mantém a qualidade e as propriedades mecânicas de materiais virgens, mas com uma pegada de carbono significativamente menor.
O Polyart Laser Food, por sua vez, é um papel sintético compatível com alimentos para impressão em toner seco, atendendo às normativas europeias e da FDA. Esse produto é indicado para contato direto com alimentos, reforçando o compromisso da Polyart com soluções seguras e sustentáveis.

O lançamento do Fiberskin Tag pelo Grupo Polyart é um marco importante no caminho para embalagens mais sustentáveis. Ao aliar resistência, versatilidade e compromisso ambiental, a Polyart não apenas atende às necessidades atuais do mercado mas também lidera pelo exemplo, demonstrando que é possível inovar e, simultaneamente, reduzir o impacto ambiental. Essas iniciativas refletem um esforço contínuo para promover uma indústria mais sustentável, posicionando o Grupo Polyart como um pioneiro na adoção de práticas ecológicas no setor de embalagens.
Tags: Fast Food Cartão Xeikon Gráfica Rótulos
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O pedido estava liberado. A matéria-prima não.Às oito da manhã, todos tinham uma boa notícia. O comercial havia confirmado o prazo, compras registrou a chegada do material, o PCP reservou a máquina e a produção terminou o setup. A máquina estava pronta. O pallet também estava ali. Faltava apenas um detalhe capaz de parar tudo. Ninguém podia usar o lote.
O protótipo ficou lindo. A coladeira não repetiu
Essa embalagem aguenta virar produção? O protótipo chegou à reunião parecendo pronto. Abas alinhadas, fechamento firme, cola no lugar e acabamento capaz de convencer todos. Mas havia sido montado com calma. Um dedo segurou a aba, outro corrigiu o vinco, alguém pressionou a colagem. Pequenas ajudas ausentes da ficha técnica.
A máquina cabia no layout. Não passava pela porta
Na planta, tudo estava perfeito. Havia espaço para operar, fazer manutenção e circular ao redor. O único detalhe esquecido foi como a máquina chegaria até lá. O caminhão encostou, a equipe se reuniu e a instalação começou naquele clima de novidade. Até a máquina encontrar uma porta alguns centímetros menor. O layout dizia que podia entrar. A parede discordou.
A solução provisória comemorou cinco anos de empresa
Era só até chegar a peça certa. Cinco anos depois, o remendo ganhou bolo, velas e quase uma placa de funcionário veterano. Na fábrica, pode ser uma fita segurando uma tampa. No escritório, uma planilha paralela. Na TI, aquele botão que ninguém pode apertar. Muda o setor, mas a carreira do provisório é sempre parecida.
Todo mundo quer inovação. Desde que nada precise mudar
A empresa compra um robô novo, corta a faixa, tira foto, publica nas redes e anuncia que entrou no futuro. Só existe um detalhe. O robô continua preso por uma corrente ao processo antigo.
O pedido tinha 12 versões. O orçamento enxergou apenas uma
Na planilha, eram 10 mil embalagens. Na produção, eram 12 artes, 12 conferências, 12 separações e várias chances de alguma coisa sair fora do lugar. Trocar apenas a imagem pode parecer simples. Mas cada versão exige atenção da pré-impressão, identificação correta, controle de quantidade, organização no acabamento e cuidado extra na expedição.
39 anos transformando tecnologia em produção, confiança e futuro
Hoje, 28 de julho, a Apolo Sistemas Gráficos completa 39 anos. E não é qualquer história. Desde 1987, acompanhamos de perto as transformações do mercado gráfico brasileiro. Tecnologias mudaram, novos segmentos surgiram e as necessidades de quem produz se tornaram cada vez maiores.
A embalagem foi aprovada fechada. Ninguém testou como abrir
Na apresentação, ela estava perfeita. Bonita, elegante, bem impressa e com acabamento de primeira. O problema apareceu quando alguém tentou abrir. Aba escondida, encaixe apertado, cola demais e nenhuma indicação clara. De repente, o consumidor precisa de unha, força, tesoura e um pouco de paciência para chegar ao produto.
O fim da linha virou academia
A máquina produz rápido. As embalagens saem em ótimo ritmo. Alguns metros depois, porém, começa a maratona. Um operador retira, conta, empilha, organiza e movimenta tudo manualmente. Em pouco tempo, o fim da linha deixa de parecer uma etapa industrial e vira treino de levantamento de caixas.
A etiqueta de preço cobriu justamente o melhor argumento do rótulo
Meses de desenvolvimento. Escolha de cores, tipografia, acabamento, revisão do texto e reuniões para decidir qual benefício deveria aparecer em maior destaque. O produto finalmente chegou à loja. Então alguém pegou uma etiqueta branca de preço e colou exatamente em cima da frase mais importante do rótulo.
A troca de turno que perde o acerto da máquina
A máquina estava redonda. Registro no ponto, corte certo, embalagem bonita e produção no ritmo esperado. Então o turno mudou. Quem entrou viu a regulagem, quis melhorar um detalhe e mexeu no botão. Minutos depois, saíram caixas tortas, desalinhadas e fora do padrão.
Todo mundo viu. Ninguém parou.
A caixa saiu torta da linha. A produção percebeu, mas imaginou que a qualidade barraria. A qualidade viu, mas acreditou que a expedição separaria. O PCP estava preocupado com o prazo. A expedição confiou que tudo já havia sido aprovado.
Sua gráfica tem uma Ferrari, mas dirige no modo econômico
A máquina é rápida, moderna e capaz de entregar muito mais. Mas o arquivo ainda chega incompleto. A aprovação acontece pelo WhatsApp. O PCP está em uma planilha que só uma pessoa entende. O material não foi separado e o acabamento descobre o pedido quando ele já está atrasado.
A semana começa antes da máquina ligar
Toda segunda-feira, a produção ganha chance. Pedidos entram, clientes cobram, materiais chegam, arquivos aguardam aprovação e máquinas precisam ser programadas. O problema é que muita correria de sexta nasce de pequenas decisões adiadas na segunda.
O hambúrguer chegou inteiro. A caixa nem tanto.
Tem embalagem que sai da cozinha como se fosse para uma sessão de fotos. Está limpa, reta, bem montada, bonita na bancada e com cara de marca organizada. O problema é que, no delivery, a prova não acontece no balcão. A prova acontece na mochila, na curva, na lombada e na pressa.
A amostra ficou linda. O lote não.
Tem trabalho que nasce perfeito na mesa de aprovação. A primeira peça sai bonita, bem montada, cor certa, vinco limpo, encaixe preciso. O cliente olha, aprova e vai embora com a sensação de que está tudo resolvido. Só que a produção em escala faz uma pergunta que a amostra sozinha não responde.
O QR Code caiu no vinco
A arte ficou bonita, o código está impresso e a campanha promete levar o consumidor direto para o site. Só existe um pequeno problema. O QR Code foi colocado justamente onde a embalagem dobra, curva, recebe verniz ou sofre deformação na montagem. Na hora da leitura, o celular começa uma caça ao tesouro. Aproxima, afasta, inclina, tenta novamente e desiste.
O caminhão está levando ar
Tem embalagem que protege o produto. E tem embalagem que protege uma enorme quantidade de espaço vazio. A caixa cresce, o produto continua pequeno e o caminhão vira praticamente um serviço de transporte de ar. Cabem menos unidades por viagem, o frete aumenta, o estoque ocupa mais espaço e o descarte também cresce.
O comercial vende uma data que a fábrica ainda não conhece
O cliente pergunta quando fica pronto. O comercial olha o calendário, calcula e responde: “Entregamos na sexta.” Na produção, ninguém foi consultado. O material não chegou, a máquina está ocupada, o acabamento tem fila e o PCP descobre que ganhou um problema com data marcada.
O pedido pequeno pode dar mais trabalho que o pedido grande
Parece estranho, mas quem vive a produção sabe que acontece. O pedido é pequeno, mas chegam três arquivos, alterações de última hora, medida diferente, aprovação demorada e outro ajuste. No fim, produzir 50 peças pode consumir mais tempo que um lote de milhares.
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