Xeikon: O Futuro é Agora!



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A Xeikon mostrou claramente que está na vanguarda da inovação na indústria de impressão digital, e a Drupa 2024 foi o palco perfeito para exibir suas incríveis inovações.

Seja você um veterano da indústria ou um novato curioso, as novas soluções da Xeikon foram uma visita obrigatória. Inspiraram a todos e mostraram como a Xeikon está moldando o futuro da impressão digital com velocidade, qualidade e sustentabilidade!

 

 

Revolucionou Novamente a Impressão Digital

A Xeikon, conhecida por ser uma pioneira na impressão digital de alta qualidade, redefiniu o jogo mais uma vez na Drupa 2024! Com a filosofia de que "a única constante é a mudança", a Xeikon lançou uma marca renovada e uma gama de novas impressoras que elevaram os padrões de velocidade, qualidade e sustentabilidade. Vamos descobrir o que há de novo e emocionante!

 

 

Panther PX3300HD: O Futuro da Impressão de Rótulos UV Inkjet

Em destaque no estande, a nova Panther PX3300HD fez sua estreia com uma impressionante resolução de 1.200 dpi, oferecendo qualidade superior em impressão de etiquetas UV inkjet. Operando a uma velocidade de 70 m/min e utilizando tintas curáveis por LED da Xeikon, esta máquina já conquistou seu primeiro cliente beta, Litograf na Eslováquia. Essa empresa, que já utiliza impressoras de toner seco e UV inkjet da Xeikon, adicionou a PX3300HD para atender à demanda por etiquetas de alta resolução. Uma verdadeira revolução!

 

 

LX3000: Conheça "O Leão" da Impressão Toner

Lançada no ano passado, a LX3000, carinhosamente apelidada de "Lion", rugiu no mundo da impressão de rótulos e etiquetas em toner. Com uma velocidade de web de 42 m/min, esta impressora não só atingiu novos patamares de velocidade, mas também incorporou recursos de controle de cor automatizado. Além disso, o novo Eco-toner, que contém 60% de PET reciclado e é 100% vegano e livre de flúor, tornou "O Leão" uma escolha sustentável e poderosa para qualquer empresa.

 

 

Inovação em Embalagens Flexíveis com Sappi

A Xeikon não parou por aí! Em colaboração com o fabricante de papel Sappi, a Xeikon desenvolveu o toner Titon, perfeito para embalagens flexíveis à base de fibra. Após a fixação térmica convencional, uma etapa adicional de secagem UV garante que as impressões sejam seguras para alimentos e extremamente resistentes a arranhões, produtos químicos e selagem térmica. Isso torna o Titon ideal para uma ampla variedade de aplicações, incluindo embalagens flexíveis, etiquetas metalizadas variáveis e papel de parede robusto.

 

 

Sustentabilidade no Coração da Xeikon

A sustentabilidade é um dos pilares da Xeikon, e isso foi evidente na nova pontuação de sustentabilidade que agora acompanha cada nova impressora vendida. Este scorecard lista a conformidade e os aspectos importantes da composição da impressora e dos consumíveis, juntamente com uma avaliação visual dos parâmetros. Crucialmente, oferece um cálculo preciso do CO2 emitido durante a operação da impressora, ajudando as empresas de impressão a provar suas credenciais ambientais, acompanhar suas emissões e demonstrar melhorias.

 

Tags: Xeikon Gráfica Rótulos

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A embalagem sustentável chegou embrulhada em plástico

A caixa era de papel reciclável, tinha visual natural, folha verde impressa e um belo discurso sobre responsabilidade ambiental. Então alguém resolveu protegê-la com filme plástico, saco plástico, plástico-bolha e mais uma camada de plástico, só por segurança.


A última versão foi aprovada. A produção abriu a penúltima

A alteração era pequena. Uma informação corrigida, uma cor ajustada e um detalhe reposicionado. O cliente aprovou a nova arte e todos seguiram tranquilos para a produção. O problema é que a pasta também guardava o “final”, o “final corrigido”, o “final novo” e o “final aprovado”. Entre arquivos quase iguais, alguém abriu justamente a versão anterior.


O pedido estava liberado. A matéria-prima não.

Às oito da manhã, todos tinham uma boa notícia. O comercial havia confirmado o prazo, compras registrou a chegada do material, o PCP reservou a máquina e a produção terminou o setup. A máquina estava pronta. O pallet também estava ali. Faltava apenas um detalhe capaz de parar tudo. Ninguém podia usar o lote.


O protótipo ficou lindo. A coladeira não repetiu

Essa embalagem aguenta virar produção? O protótipo chegou à reunião parecendo pronto. Abas alinhadas, fechamento firme, cola no lugar e acabamento capaz de convencer todos. Mas havia sido montado com calma. Um dedo segurou a aba, outro corrigiu o vinco, alguém pressionou a colagem. Pequenas ajudas ausentes da ficha técnica.


A máquina cabia no layout. Não passava pela porta

Na planta, tudo estava perfeito. Havia espaço para operar, fazer manutenção e circular ao redor. O único detalhe esquecido foi como a máquina chegaria até lá. O caminhão encostou, a equipe se reuniu e a instalação começou naquele clima de novidade. Até a máquina encontrar uma porta alguns centímetros menor. O layout dizia que podia entrar. A parede discordou.


A solução provisória comemorou cinco anos de empresa

Era só até chegar a peça certa. Cinco anos depois, o remendo ganhou bolo, velas e quase uma placa de funcionário veterano. Na fábrica, pode ser uma fita segurando uma tampa. No escritório, uma planilha paralela. Na TI, aquele botão que ninguém pode apertar. Muda o setor, mas a carreira do provisório é sempre parecida.


Todo mundo quer inovação. Desde que nada precise mudar

A empresa compra um robô novo, corta a faixa, tira foto, publica nas redes e anuncia que entrou no futuro. Só existe um detalhe. O robô continua preso por uma corrente ao processo antigo.


O pedido tinha 12 versões. O orçamento enxergou apenas uma

Na planilha, eram 10 mil embalagens. Na produção, eram 12 artes, 12 conferências, 12 separações e várias chances de alguma coisa sair fora do lugar. Trocar apenas a imagem pode parecer simples. Mas cada versão exige atenção da pré-impressão, identificação correta, controle de quantidade, organização no acabamento e cuidado extra na expedição.


39 anos transformando tecnologia em produção, confiança e futuro

Hoje, 28 de julho, a Apolo Sistemas Gráficos completa 39 anos. E não é qualquer história. Desde 1987, acompanhamos de perto as transformações do mercado gráfico brasileiro. Tecnologias mudaram, novos segmentos surgiram e as necessidades de quem produz se tornaram cada vez maiores.


A embalagem foi aprovada fechada. Ninguém testou como abrir

Na apresentação, ela estava perfeita. Bonita, elegante, bem impressa e com acabamento de primeira. O problema apareceu quando alguém tentou abrir. Aba escondida, encaixe apertado, cola demais e nenhuma indicação clara. De repente, o consumidor precisa de unha, força, tesoura e um pouco de paciência para chegar ao produto.


O fim da linha virou academia

A máquina produz rápido. As embalagens saem em ótimo ritmo. Alguns metros depois, porém, começa a maratona. Um operador retira, conta, empilha, organiza e movimenta tudo manualmente. Em pouco tempo, o fim da linha deixa de parecer uma etapa industrial e vira treino de levantamento de caixas.


A etiqueta de preço cobriu justamente o melhor argumento do rótulo

Meses de desenvolvimento. Escolha de cores, tipografia, acabamento, revisão do texto e reuniões para decidir qual benefício deveria aparecer em maior destaque. O produto finalmente chegou à loja. Então alguém pegou uma etiqueta branca de preço e colou exatamente em cima da frase mais importante do rótulo.


A troca de turno que perde o acerto da máquina

A máquina estava redonda. Registro no ponto, corte certo, embalagem bonita e produção no ritmo esperado. Então o turno mudou. Quem entrou viu a regulagem, quis melhorar um detalhe e mexeu no botão. Minutos depois, saíram caixas tortas, desalinhadas e fora do padrão.


Todo mundo viu. Ninguém parou.

A caixa saiu torta da linha. A produção percebeu, mas imaginou que a qualidade barraria. A qualidade viu, mas acreditou que a expedição separaria. O PCP estava preocupado com o prazo. A expedição confiou que tudo já havia sido aprovado.


Sua gráfica tem uma Ferrari, mas dirige no modo econômico

A máquina é rápida, moderna e capaz de entregar muito mais. Mas o arquivo ainda chega incompleto. A aprovação acontece pelo WhatsApp. O PCP está em uma planilha que só uma pessoa entende. O material não foi separado e o acabamento descobre o pedido quando ele já está atrasado.


A semana começa antes da máquina ligar

Toda segunda-feira, a produção ganha chance. Pedidos entram, clientes cobram, materiais chegam, arquivos aguardam aprovação e máquinas precisam ser programadas. O problema é que muita correria de sexta nasce de pequenas decisões adiadas na segunda.


O hambúrguer chegou inteiro. A caixa nem tanto.

Tem embalagem que sai da cozinha como se fosse para uma sessão de fotos. Está limpa, reta, bem montada, bonita na bancada e com cara de marca organizada. O problema é que, no delivery, a prova não acontece no balcão. A prova acontece na mochila, na curva, na lombada e na pressa.


A amostra ficou linda. O lote não.

Tem trabalho que nasce perfeito na mesa de aprovação. A primeira peça sai bonita, bem montada, cor certa, vinco limpo, encaixe preciso. O cliente olha, aprova e vai embora com a sensação de que está tudo resolvido. Só que a produção em escala faz uma pergunta que a amostra sozinha não responde.


O QR Code caiu no vinco

A arte ficou bonita, o código está impresso e a campanha promete levar o consumidor direto para o site. Só existe um pequeno problema. O QR Code foi colocado justamente onde a embalagem dobra, curva, recebe verniz ou sofre deformação na montagem. Na hora da leitura, o celular começa uma caça ao tesouro. Aproxima, afasta, inclina, tenta novamente e desiste.


O caminhão está levando ar

Tem embalagem que protege o produto. E tem embalagem que protege uma enorme quantidade de espaço vazio. A caixa cresce, o produto continua pequeno e o caminhão vira praticamente um serviço de transporte de ar. Cabem menos unidades por viagem, o frete aumenta, o estoque ocupa mais espaço e o descarte também cresce.


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