Avaliação da aplicação
Análise do produto, material, volume e necessidade de produção para ajudar a avaliar a solução adequada.
Como o DIGITAL pode ajudar minha empresa?
Você não pode considerar as impressões digitais de rótulos e etiquetas como substitutas da sua atual produção em offset ou flexo. Precisa olhar para sua empresa com num jogo de golfe, onde para cada parte deste jogo necessita de um taco diferente!
A produção digital de rótulos e etiquetas nos últimos anos tem alterado seu ciclo de vida tradicional, a proliferação de SKU está enlouquecendo a área de embalagens. Por exemplo, no campo da saúde e beleza, andando pelos corredores das lojas, podemos notar até 250 tipos de batons, todos diferentes. Essas diversas aplicações, e o número de SKs proliferam projetos de mudanças de produtos com muita frequência, e este ambiente é perfeito para ter a impressão digital na produção.
Agora, o primeiro passo que se deve fazer, é entender o que está produzindo na sua empresa hoje, qual seu fluxo de trabalho, quanto tempo leva para produzir seus rótulos, e quantos modelos diferentes produz que podem ser facilmente colocados em uma planilha, e analisados para determinar se a produção digital de curto prazo é fisicamente benéfica, ou se é benéfico ficar somente em seu modelo atual analógico.

Quando olhamos para os processos de impressão clássicos que temos hoje, parece que somente analisamos a questão do impresso ser feito de forma analógica ou digital, pois para sair de um arquivo PDF para uma arte impressa, mesmo no processo flexo ou offset analógico, podemos fazer isto em 10 ou 15 minutos apenas, mas nos esquecemos de que existe o processo de corte, onde muitos terceirizam estas ferramentas, como as facas de corte, com outros fornecedores, e geralmente estão localizados a no mínimo 80 km de distância, então o processo passa de minutos, para 10 a 15 dias o prazo de entrega final dos rótulos prontos. Desta forma, os proprietários das marcas, para atender suas necessidades reais e urgentes, estão procurando fornecedores que pelo menos entreguem rapidamente de 5 a 8% do pedido, e em alguns casos de média tiragens, o pedido total.
Estes fornecedores responsivos tem então a impressora digital Xeikon para atender estas urgências, fornecendo prontamente um percentual menor, justamente como num jogo de golfe, onde o digital é um taco especial para completar o jogo final, e não o substituto do processo analógico. O digital é um excelente acréscimo às ferramentas analógicas que você tem hoje para produção de rótulos e etiquetas.
Comprar um equipamento industrial envolve mais do que comparar especificações. A Apolo acompanha a avaliação da aplicação, a configuração da solução, a implantação e o suporte para que o investimento faça sentido na produção.
Análise do produto, material, volume e necessidade de produção para ajudar a avaliar a solução adequada.
Orientação para instalação, preparação da operação e entrada em produção do novo equipamento.
Suporte técnico para acompanhar a continuidade da operação depois da implantação.
Orientação sobre alternativas disponíveis para estruturar o investimento conforme o projeto.
Não sabe se este é o equipamento adequado? Informe o que sua empresa pretende produzir e a Apolo ajuda a avaliar a solução.
Tem gente que entra no supermercado para comprar café. Quem trabalha com impressão entra e começa a analisar a caixa. A cor está certa? O corte ficou alinhado? O acabamento ficou bom? Daqui a pouco a pessoa está virando a embalagem de um lado para o outro enquanto quem veio junto já avançou três corredores.
Tem visita que a produção reconhece de longe. O comercial aparece sorrindo, distribui café, pergunta como está o dia e, depois de alguns minutos de conversa, solta com naturalidade que entrou “um pedido importante”. Normalmente ele vem acompanhado de três palavras perigosas que todo mundo na produção conhece bem, cliente grande, entrega rápida e só desta vez.
A máquina rodou o turno inteiro. O contador subiu, a meta apareceu em verde e alguém comemorou. No relatório, foi um ótimo dia. Na área ao lado, havia outra história esperando para ser contada. Copos tortos, bordas deformadas, fundos mal formados e unidades que não poderiam chegar ao cliente.
O marketing gostou das cores. O comercial aprovou o destaque. A produção confirmou a viabilidade. A diretoria levantou o polegar. A embalagem quase saiu da reunião carregando um troféu. Na prateleira, porém, uma consumidora com baixa visão tentou identificar o produto. As caixas pareciam iguais.
O telefone toca. O comercial espera desconto; a produção, prioridade; o financeiro, autorização; e o cliente, resposta. Tudo funciona se o dono estiver disponível. No começo, centralizar parece cuidado. Ele conhece clientes, produtos, números e todos os atalhos. Mas, conforme a empresa cresce, essa agilidade vira fila. Há funcionários, máquinas e sistemas, porém cada decisão continua na cabeça dele.