Avaliação da aplicação
Análise do produto, material, volume e necessidade de produção para ajudar a avaliar a solução adequada.
"A 5Sept Étiquette é especializada na produção de rótulos e etiquetas autoadesivas. Com 70 colaboradores, alcançam um faturamento de 10 milhões convertendo mais de 6 milhões de m² de rótulos e etiquetas autoadesivas por ano. Possui uma base de clientes muito diversificada: vinhos e bebidas destiladas, indústrias de processamento de alimentos, cosméticos e produtos de higiene pessoal e industriais. A 5Sept Étiquette escolheu a impressora Xeikon por várias razões: - Primeiro, por causa de sua qualidade de impressão, mas também porque a aparência das etiquetas impressas pela Xeikon é consistente com a de nossos outros processos de impressão. - Em segundo lugar, existe o software que controla a Xeikon pode ser vinculado ao nosso software CERM (um sistema
ERP com muitos recursos), para que possamos otimizar o gerenciamento de nossas ordens de produção. Ano passado, a 5Sept Étiquette deu um grande passo, conectando a CERM à impressora Xeikon e os resultados dessa etapa excederam todas as expectativas. Comenta Patrick Wack, diretor presidente da 5Sept Étiquette."
Comprar um equipamento industrial envolve mais do que comparar especificações. A Apolo acompanha a avaliação da aplicação, a configuração da solução, a implantação e o suporte para que o investimento faça sentido na produção.
Análise do produto, material, volume e necessidade de produção para ajudar a avaliar a solução adequada.
Orientação para instalação, preparação da operação e entrada em produção do novo equipamento.
Suporte técnico para acompanhar a continuidade da operação depois da implantação.
Orientação sobre alternativas disponíveis para estruturar o investimento conforme o projeto.
Não sabe se este é o equipamento adequado? Informe o que sua empresa pretende produzir e a Apolo ajuda a avaliar a solução.
É impressionante o poder de quatro palavras dentro de uma produção. Alguém olha para o painel, percebe que alguma coisa está diferente e solta: “Quem mexeu aqui?” Pronto. Um olha para o outro. Outro fica estranhamente interessado no chão. E sempre aparece alguém começando a explicar antes mesmo de ser perguntado.
Ninguém precisa avisar. Basta abrir a tampa do pote no café e, de algum jeito, a notícia atravessa a produção inteira mais rápido do que muito comunicado importante. Primeiro aparece um com a caneca na mão. Depois outro “por acaso” passa ali. Em seguida surge alguém de um setor que ninguém lembrava que ficava tão perto.
A conversa era sobre o livro. Um elogiou a história. Outro falou do autor. Teve quem comentasse a capa e quem perguntasse se já existia continuação. Enquanto isso, o gráfico estava quieto. Pegou o livro, virou, abriu nas últimas páginas, passou o dedo no papel, olhou a lombada e procurou aquela informação que ninguém mais na mesa parecia interessado em saber. “Quem imprimiu isso?”
É impressionante como algumas pessoas conseguem melhorar a postura em menos de dois segundos. A conversa diminui, alguém ajeita a pilha de material, outro começa a olhar para uma folha com uma concentração que não existia cinco segundos antes. Tem até quem segure a caneca de café como se ela tivesse acabado de virar item de auditoria.
Toda empresa tem alguém que consegue transformar uma simples caneca de café em teste de nervos coletivo. Tem mesa, bancada, copa, apoio, carrinho, prateleira. Mesmo assim, a caneca acaba exatamente naquele cantinho em que todo mundo olha e pensa a mesma coisa: “não coloca isso aí.”