Avaliação da aplicação
Análise do produto, material, volume e necessidade de produção para ajudar a avaliar a solução adequada.

"A Mercian Labels é um convertedor de rótulos e etiquetas com 35 funcionários em dois locais de produção no Reino Unido. Quando foi fundada em 1969, a empresa começou a se concentrar na impressão de etiquetas de curto prazo para clientes pequenos e médios. Quando fui nomeado diretor administrativo, a empresa, faturava 3 milhões de libras, usando uma combinação digital de hot foil e flexografia para criar seus produtos. Com a Xeikon ampliou a gama de substratos em que a empresa podia imprimir e ajudou a tornar-se mais ecológica. A Xeikon 3300 aumentou as margens da empresa devido aos custos operacionais relativamente baixos. A Mercian Labels passou a atender clientes tanto no Reino Unido quanto internacionalmente. Possui uma base de aproximada de 9.000 clientes e adquiri cerca de 40 novos clientes por mês. Recentemente, a empresa mudou-se para uma nova fábrica de 2.230 m² , que aumentou significativamente sua capacidade produtiva. Estamos muitos satisfeitos e felizes com todo apoio que a Xeikon nos fornece." comenta Adrian Steele, diretor presidente da Merson Labels”.

Comprar um equipamento industrial envolve mais do que comparar especificações. A Apolo acompanha a avaliação da aplicação, a configuração da solução, a implantação e o suporte para que o investimento faça sentido na produção.
Análise do produto, material, volume e necessidade de produção para ajudar a avaliar a solução adequada.
Orientação para instalação, preparação da operação e entrada em produção do novo equipamento.
Suporte técnico para acompanhar a continuidade da operação depois da implantação.
Orientação sobre alternativas disponíveis para estruturar o investimento conforme o projeto.
Não sabe se este é o equipamento adequado? Informe o que sua empresa pretende produzir e a Apolo ajuda a avaliar a solução.
Tem vendedor que abre o porta-malas e parece que vai montar uma feira no estacionamento. Sai caixa, rótulo, catálogo, livro, amostra de papel, acabamento, cartucho, copo, uma peça que ninguém lembrava que estava ali… e aquela embalagem específica que ele tem certeza de que trouxe, mas desapareceu misteriosamente entre outras quarenta.
Toda empresa tem alguém que, sem perceber, virou o manual informal do lugar. É quem mostra onde ficam as coisas, explica quem realmente resolve cada assunto, traduz aquelas siglas que todo mundo usa como se fossem óbvias e ainda avisa quais gavetas é melhor não abrir sem necessidade.
Ele aparece do nada, olha a máquina por alguns segundos e já tem um diagnóstico. “Eu aumentaria a velocidade.” “Essa cor está fácil de acertar.” “É só trocar o material.” Normalmente, quem está operando responde com aquele silêncio educado que vale por umas quatro frases.
Às vezes a economia entra sorrindo pela porta. Pode chegar em forma de papel, papelão, filme, adesivo, tinta, peça, consumível ou qualquer outro item comprado por uma condição aparentemente melhor. Na entrada, a conta fecha. O problema é que a fábrica ainda não terminou de calcular.
Você compra alguma coisa, abre a caixa e encontra um manual. Antes da página 3, pega o celular e procura alguém mostrando como faz. Não é preguiça. Mudou a maneira de aprender. Queremos ver a sequência, o botão, o detalhe que o desenho não explicou, em poucos minutos.