Embalagem na Medida!
Embalagem na Medida!
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A ABRE (Associação Brasileira da Embalagem) em conjunto com a ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados) e a CEAGESP (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo) desenvolveram um programa de padronização de embalagem de isopor, papelão e plástica para contribuir com a redução de perdas de FLV (frutas, legumes e verduras)
O maior benefício do programa EMBALAGEM NA MEDIDA é preservar a qualidade do produto e facilitar a movimentação de carga. Dentro da Ceagesp são movimentamos 230 milhões de embalagens por ano em diferentes materiais de isopor, plástico e papelão. As perdas de FLV (frutas, legumes e verduras) pela má qualidade da embalagem gera anualmente prejuízos enormes para toda a cadeia de abastecimento.
O projeto surgiu da constatação da grande dificuldade de carga mista de frutas e hortaliças. Então a CEAGESP solicitou para a Associação Brasileira de Embalagem, a ABRE, o desenvolvimento de uma solução que encaixe todos os tipos, um sobre os outros, em tamanhos modulares.

O papel inicial da ABRE foi reunir as empresas para construir uma solução conjunta com uma visão de toda a cadeia de abastecimento além das empresas que olham apenas para suas soluções de embalagens. Em visita a CEAGESP foi identificado a saída das mercadorias com as diferentes frutas e hortaliças, e o seu acondicionamento nas embalagens, além dos problemas de empilhamento, onde cada uma estava numa dimensão que não era compatível com o conjunto. Assim foi criado uma solução de dimensão padronizada nos 3 tipos de embalagens: isopor, papelão e plástico.

Isto também beneficiou os produtores, que por mais cuidados implantados na lavoura para obter produtos de qualidade, esta mesma, não chegava ao consumidor final. A padronização da paletização dos produtos fez com que a excelência do mesmo chegasse no destino.
E por fim, o comerciante final também obteve os benefícios da agilidade na descarga, no armazenamento em câmaras frias e no abastecimento direto do produto na banca de venda.


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Website: https://embalagemnamedida.com.br/
Contato: info@embalagemnamedida.com.br
ABRE - Associação Brasileira da Embalagem: http://www.abre.org.br
ABRAS - Associação Brasileira de Supermercados: http://www.abras.com.br
CEAGESP - Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo: http://www.ceagesp.gov.br
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O feriado começa quando o último pallet vai emboraSexta-feira antes de feriado tem um fenômeno curioso dentro das empresas. Às três da tarde, metade das pessoas já está mentalmente na estrada. Mas existe sempre um pallet que ainda não recebeu essa informação.
O trabalho sempre parece rápido quando você não é quem vai fazer
Existe uma unidade de tempo muito usada nas empresas que nenhum relógio consegue medir. É o “rapidinho”. “Troca isso rapidinho.” “Faz mais uma versão.” “Só ajusta esse detalhe.” Curiosamente, o rapidinho costuma ser bem mais rápido para quem pede do que para quem precisa executar.
A IA deixou todo mundo mais impaciente
Às 9h02 alguém pede uma campanha para a IA. Às 9h04 existem vinte opções na tela. Às 9h07 aparece uma pergunta que alguns anos atrás talvez nem fizesse sentido: “Dá para produzir isso hoje?”
Milhares de embalagens ficaram velhas em uma reunião de 40 minutos
A reunião terminou com uma nova identidade aprovada. Visual mais moderno, cores novas, embalagem renovada. Todo mundo gostou. Só esqueceram de convidar para a reunião os pallets que estavam no estoque.
A fábrica mais moderna pode depender de um caderno velho
A fábrica tem máquinas novas, painéis digitais, sensores, automação e sistemas que registram praticamente tudo. Mesmo assim, quando aparece aquele problema estranho, alguém abre uma gaveta e procura um caderno velho. Ali estão anotações feitas ao longo de anos. Uma regulagem que funciona melhor com determinado material.
A galeria do celular de quem trabalha com impressão é meio suspeita
Tem foto da família, do cachorro, de uma viagem… e, no meio, aparecem 37 embalagens, 12 rótulos, um relevo bonito, uma cor diferente, um pedaço de papelão e aquele acabamento que alguém jurou que precisava registrar “para lembrar depois”.
Quem evita o problema quase nunca ganha o troféu
Tem uma cena curiosa em muitas empresas. Quando alguma coisa dá errado e alguém corre, resolve e salva o dia, essa pessoa vira herói. Ganha elogio, agradecimento e, se bobear, quase uma placa na parede. Enquanto isso, quem evitou outros dez problemas antes que eles aparecessem provavelmente passou despercebido.
Ainda não inventaram toque por Wi-Fi
A apresentação estava bonita no celular. Brilho certo, relevo elegante, textura sofisticada. O cliente ampliou a imagem, girou a tela, aproximou o rosto e quase parecia sentir o acabamento. Quase. Porque existe uma parte do impresso que a tela ainda não entrega.
Nenhuma máquina quebrou. Mesmo assim, ninguém imprimiu
A produção estava pronta. Papel abastecido, máquina ligada, operador no posto e prazo correndo. Só faltava um detalhe pequeno para começar: o arquivo. O problema é que ninguém conseguia acessá-lo. Em poucos minutos, ficou claro que a máquina estava perfeita.
A embalagem que você abre de manhã pode ter sido feita às três da madrugada
Às três da madrugada, a cidade parece desligada. Rua vazia, prédio escuro, cachorro dormindo e muita gente negociando mais cinco minutos com o despertador. Dentro de uma fábrica, porém, alguém está conferindo registro, alimentação, corte, vinco, impressão e uma pilha de embalagens que não para de crescer.
“Já que você está aqui…” muda o dia do técnico
O técnico termina o atendimento, fecha a maleta, confere a máquina e já começa a pensar no próximo compromisso. Até ouvir aquela frase que muda completamente o roteiro do dia: “Já que você está aqui…” De repente, aparece um operador apontando para outra máquina.
Três chefes, três prioridades, uma máquina só
A máquina estava pronta para rodar uma apostila quando chegou a primeira orientação: “segura esse trabalho, entrou outro mais urgente”. Poucos minutos depois, apareceu um segundo chefe dizendo exatamente o contrário. O terceiro chegou logo atrás com uma prioridade ainda mais importante.
“Guarda essa caixa, ela é bonita”
Acontece mais do que parece. O produto acabou, o perfume terminou, os chocolates sumiram há meses… mas a caixa continua lá, ocupando espaço na gaveta como se pagasse aluguel. Tem embalagem que a gente simplesmente não consegue jogar fora. A caixa do celular, do relógio, do sabonete, do brinquedo, do presente.
38 mil seguidores entraram na gráfica
Ela chegou sozinha, com algumas amostras na mão e uma tiragem que, olhando apenas para a quantidade, parecia pequena. Nada que chamasse atenção no meio de pedidos maiores circulando pela gráfica. Só que aquela cliente carregava algo que não cabia na ordem de produção.
Quem trabalha com impressão nunca mais olha o mundo normalmente
Tem gente que entra no supermercado para comprar café. Quem trabalha com impressão entra e começa a analisar a caixa. A cor está certa? O corte ficou alinhado? O acabamento ficou bom? Daqui a pouco a pessoa está virando a embalagem de um lado para o outro enquanto quem veio junto já avançou três corredores.
Se o comercial chegou com café, desconfie
Tem visita que a produção reconhece de longe. O comercial aparece sorrindo, distribui café, pergunta como está o dia e, depois de alguns minutos de conversa, solta com naturalidade que entrou “um pedido importante”. Normalmente ele vem acompanhado de três palavras perigosas que todo mundo na produção conhece bem, cliente grande, entrega rápida e só desta vez.
A meta foi batida. O problema ficou para o próximo turno
A máquina rodou o turno inteiro. O contador subiu, a meta apareceu em verde e alguém comemorou. No relatório, foi um ótimo dia. Na área ao lado, havia outra história esperando para ser contada. Copos tortos, bordas deformadas, fundos mal formados e unidades que não poderiam chegar ao cliente.
A embalagem foi aprovada por todo mundo. Menos por quem precisava usá-la.
O marketing gostou das cores. O comercial aprovou o destaque. A produção confirmou a viabilidade. A diretoria levantou o polegar. A embalagem quase saiu da reunião carregando um troféu. Na prateleira, porém, uma consumidora com baixa visão tentou identificar o produto. As caixas pareciam iguais.
O dono virou o sistema operacional da empresa?
O telefone toca. O comercial espera desconto; a produção, prioridade; o financeiro, autorização; e o cliente, resposta. Tudo funciona se o dono estiver disponível. No começo, centralizar parece cuidado. Ele conhece clientes, produtos, números e todos os atalhos. Mas, conforme a empresa cresce, essa agilidade vira fila. Há funcionários, máquinas e sistemas, porém cada decisão continua na cabeça dele.
Quem vai ensinar a próxima geração da indústria?
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