O contato dos alimentos com as embalagens

O contato dos alimentos com as embalagens



Compartilhe:

O contato entre a embalagem e o alimento é um aspecto importante no design e na preservação dos alimentos. As embalagens desempenham várias funções essenciais, como proteger os alimentos contra contaminação, manter a qualidade e a frescura dos produtos, fornecer informações nutricionais e de segurança, facilitar o transporte e o armazenamento, além de transportar o alimento aos consumidores.


O contato entre os alimentos e as embalagens é um aspecto crítico na indústria de alimentos, pois além de afetar a qualidade, a segurança, também reduz a vida útil dos produtos.

 

Há vários aspectos a serem considerados em relação ao contato:
 

  • Migração de substâncias: Os materiais de embalagem podem ser liberados para os alimentos. Isso pode incluir substâncias químicas utilizadas na fabricação das embalagens, como plastificantes, corantes, conservantes e outros aditivos. É importante garantir que essas substâncias estejam contidas em níveis seguros e cumpram as regulamentações de segurança alimentar.
     

  • Transmissão de gases: As embalagens podem ser projetadas para controlar a transmissão de gases, como oxigênio e dióxido de carbono. Isso é importante para preservar a qualidade dos alimentos. Por exemplo, embalagens herméticas e descartáveis reduzem a quantidade de oxigênio, o que pode retardar a oxidação de produtos sensíveis.
     

  • Proteção contra contaminantes externos: As embalagens devem proteger os alimentos contra a contaminação por microrganismos, poeira, sujeira e outros contaminantes do ambiente externo. Isso é essencial para garantir a segurança alimentar.
     

  • Alterações sensoriais: Alguns materiais de embalagem podem depender das características sensoriais dos alimentos, como sabor e odor. Por exemplo, plásticos de baixa qualidade podem transmitir odores indesejados para os alimentos.
     

  • Umidade e desidratação: A umidade pode afetar a textura e a qualidade dos alimentos. As embalagens precisam controlar a transferência de umidade para evitar problemas como a desidratação ou a formação de um ambiente úmido que pode favorecer o crescimento de mofo.
     

  • Liberação de substância de revestimento: Algumas embalagens, como revestimentos em latas de alimentos enlatados, podem liberar substâncias no conteúdo, o que pode afetar o sabor ou a segurança dos alimentos.
     

  • Compatibilidade do material de embalagem: É essencial selecionar materiais de embalagem que sejam compatíveis com o tipo de alimento que será armazenado. Alguns alimentos ácidos, por exemplo, podem interagir adversamente com materiais metálicos, como o alumínio.
     

  • Informações nutricionais e de segurança: As embalagens contêm informações importantes, como dados de validade, informações nutricionais, ingredientes, alergênicos e instruções de preparo. Isso ajuda os consumidores a fazer escolhas informadas e a garantir a segurança dos alimentos.
     

  • Selagem hermética: As embalagens devem ser seladas hermeticamente para evitar a entrada de ar e microrganismos. A qualidade da selagem é fundamental para a segurança e a vida útil dos alimentos.
     

  • Impacto ambiental: A interação entre alimentos e embalagens também se estende à questão ambiental. Materiais de embalagem e práticas de reciclagem podem influenciar o impacto ambiental do produto.
     


Em resumo, o contato entre alimentos e embalagens é um aspecto complexo e crítico na indústria de alimentos. Os fabricantes de alimentos precisam selecionar cuidadosamente os materiais de embalagem, projetar embalagens que atendam às necessidades do produto e cumprir as regulamentações de segurança alimentar para garantir a qualidade e a segurança dos alimentos que chegam aos consumidores.

 

Produza embalagens biodegradáveis, seguras e protegidas contra contaminações com as máquinas PackFood, clique aqui!

 

 

Tags: Fast Food PackFood EasyCup

Posts recentes

Quando o cliente descobre o WhatsApp do operador

O celular vibra no meio da produção. O operador olha de lado, confere a mensagem e reconhece o nome. É o cliente. A conversa começou de forma inocente. Uma dúvida rápida, uma foto para confirmar um detalhe, talvez uma pergunta sobre aquele catálogo que está rodando. O operador conhece o trabalho, quer ajudar e responde. Só que, alguns minutos depois...


O erro era corrigido todos os dias. Por isso ninguém corrigiu o erro

A lâmina passa mais uma vez pela mesma aba. Um pequeno ajuste, rápido, quase automático. A peça segue. Depois vem outra. E outra. Quem olha de fora pode até pensar que está tudo sob controle. Só que existe uma diferença enorme entre resolver uma peça e resolver o motivo pelo qual todas precisam daquele ajuste.


A reunião mudou quando chamaram quem ia operar

Propostas abertas, amostras sobre a mesa e uma decisão importante andando entre direção, compras, comercial e produção. Investimento, capacidade, prazo, formato, aplicações. Tudo parecia coberto. Até alguém fazer uma pergunta simples: “Quem vai trabalhar com isso todos os dias já viu?”


Quando seu antigo ajudante vira a pessoa que você consulta

“Dá uma olhada nisso aqui.” O veterano segura a embalagem, vira a peça duas vezes, observa uma dobra e chama justamente aquele profissional que, anos atrás, ficava ao lado dele aprendendo cada detalhe.


Cinco minutos antes da visita nasce o 5S

Tem empresa que passa a semana inteira convivendo muito bem com uma caixa fora do lugar, uma bancada cheia de amostras e um carrinho parado exatamente onde não deveria. Aí chega a notícia: “O cliente está chegando.” Em menos de cinco minutos acontece um pequeno milagre industrial: nasce o 5S


O técnico chegou e o defeito ficou tímido

Existe um fenômeno curioso na indústria gráfica. A máquina passa a manhã dando trabalho. O operador tenta ajustar, repete o teste, separa as peças com defeito e finalmente chama a assistência técnica. O técnico chega, observa o equipamento, pede para repetir a operação e… tudo funciona perfeitamente!


Quando o celular começa a ler a embalagem

A cena já ficou comum. A pessoa pega um produto na farmácia, vira a embalagem, aproxima do rosto, afasta um pouco… e desiste. Pega o celular, abre a câmera e fotografa. Não é para postar. É para aumentar a letra, traduzir uma informação, pesquisar um ingrediente ou até perguntar para uma IA o que aquilo significa.


Cadê a faca daquele trabalho?

Tem repetição que começa como boa notícia. O cliente voltou. A embalagem já foi produzida antes. O operador até lembra do acerto e alguém solta aquela frase perigosa: “Esse aí é tranquilo.” Tranquilo até alguém perguntar: cadê a faca daquele trabalho? Começa então uma pequena caça ao tesouro industrial.


O depósito sabe antes do financeiro quando imprimiram demais

Tem um momento em que o estoquista olha para uma nova pilha de livros chegando e provavelmente pensa: “Onde é que eu vou colocar isso?” No papel, a tiragem podia fazer sentido. Quanto maior o volume, melhor parecia o custo unitário. Só que o mercado nem sempre lê a mesma planilha. Alguns títulos vendem rápido. Outros saem aos poucos.


Na gráfica, o crachá muda. O apelido fica

Tem gente que trabalha anos numa gráfica e chega um momento em que metade da empresa já nem lembra direito o nome do crachá. Virou Bigode, Alemão, Japonês, Baixinho, Professor, Gordo, Magrão, Gaúcho, Mineiro… ou algum apelido que nasceu de uma história tão antiga que ninguém mais sabe explicar.


Quando a pressa faz o EPI parecer longe demais

É curioso como cinco metros podem virar cinquenta quando alguém pensa: “é rapidinho.” O óculos está ali. A luva também. O protetor está no lugar certo. Mas a tarefa parece tão simples que começa aquela negociação silenciosa com a própria consciência: “vou só ajustar isso aqui e já volto.”


O pallet estava perfeito. Aí alguém pediu justamente o livro de baixo

O pallet estava bonito de ver. Livros alinhados, pilha reta, tudo organizado, pronto para seguir. Aí aparece alguém com uma informação simples: “Preciso de um exemplar daquele título ali.” Claro que não era o de cima. Era o de baixo.


“Quem mexeu aqui?” muda o clima do setor em três segundos

É impressionante o poder de quatro palavras dentro de uma produção. Alguém olha para o painel, percebe que alguma coisa está diferente e solta: “Quem mexeu aqui?” Pronto. Um olha para o outro. Outro fica estranhamente interessado no chão. E sempre aparece alguém começando a explicar antes mesmo de ser perguntado.


A produção inteira sabe quando alguém trouxe comida boa

Ninguém precisa avisar. Basta abrir a tampa do pote no café e, de algum jeito, a notícia atravessa a produção inteira mais rápido do que muito comunicado importante. Primeiro aparece um com a caneca na mão. Depois outro “por acaso” passa ali. Em seguida surge alguém de um setor que ninguém lembrava que ficava tão perto.


Todo mundo estava falando do autor. O gráfico queria saber quem fez o livro

A conversa era sobre o livro. Um elogiou a história. Outro falou do autor. Teve quem comentasse a capa e quem perguntasse se já existia continuação. Enquanto isso, o gráfico estava quieto. Pegou o livro, virou, abriu nas últimas páginas, passou o dedo no papel, olhou a lombada e procurou aquela informação que ninguém mais na mesa parecia interessado em saber. “Quem imprimiu isso?”


Quando o dono entra no setor, todo mundo descobre uma postura nova

É impressionante como algumas pessoas conseguem melhorar a postura em menos de dois segundos. A conversa diminui, alguém ajeita a pilha de material, outro começa a olhar para uma folha com uma concentração que não existia cinco segundos antes. Tem até quem segure a caneca de café como se ela tivesse acabado de virar item de auditoria.


O café sempre encontra o único lugar onde não deveria estar

Toda empresa tem alguém que consegue transformar uma simples caneca de café em teste de nervos coletivo. Tem mesa, bancada, copa, apoio, carrinho, prateleira. Mesmo assim, a caneca acaba exatamente naquele cantinho em que todo mundo olha e pensa a mesma coisa: “não coloca isso aí.”


Tem vendedor que transforma o porta-malas em showroom

Tem vendedor que abre o porta-malas e parece que vai montar uma feira no estacionamento. Sai caixa, rótulo, catálogo, livro, amostra de papel, acabamento, cartucho, copo, uma peça que ninguém lembrava que estava ali… e aquela embalagem específica que ele tem certeza de que trouxe, mas desapareceu misteriosamente entre outras quarenta.


Quem ensina o novato quase nunca tem “treinador” no crachá

Toda empresa tem alguém que, sem perceber, virou o manual informal do lugar. É quem mostra onde ficam as coisas, explica quem realmente resolve cada assunto, traduz aquelas siglas que todo mundo usa como se fossem óbvias e ainda avisa quais gavetas é melhor não abrir sem necessidade.


Toda empresa tem o especialista em dar palpite sem operar nada

Ele aparece do nada, olha a máquina por alguns segundos e já tem um diagnóstico. “Eu aumentaria a velocidade.” “Essa cor está fácil de acertar.” “É só trocar o material.” Normalmente, quem está operando responde com aquele silêncio educado que vale por umas quatro frases.


Ver todos os artigos

Clientes

39 anos da Apolo Sistemas Gráficos