O gerente recebeu o elogio e apontou para quem fez a embalagem
O gerente recebeu o elogio e apontou para quem fez a embalagem
O cliente pegou uma das caixas de perfume recém-produzidas, examinou a impressão, passou os dedos pelo acabamento e sorriu. “Essa embalagem ficou bonita, hein! Capricharam!” O gerente agradeceu, mas, em vez de ficar com o elogio, virou-se para uma operadora que estava ao lado.
“Fala isso para ela. Foi quem acompanhou essa produção de perto.” A funcionária, pega de surpresa, colocou a mão no peito e sorriu, meio sem jeito. “Eu só fiz a minha parte!” O gerente respondeu, rindo. “Pois é. E fez muito bem!”
Quem trabalha numa gráfica sabe quantas mãos participam da fabricação de uma embalagem. Desde a impressão em papel-cartão até o corte e vinco, a dobra, a colagem e a conferência final, cada etapa depende de gente que conhece seu trabalho.
Mas existe um detalhe curioso. Muitas vezes, o elogio do cliente chega primeiro ao vendedor, ao gerente ou ao diretor. É natural, afinal, são eles que mantêm o contato comercial. Só que nem sempre quem produziu aquela embalagem fica sabendo que o cliente adorou o resultado.
Naquele dia, o gerente fez uma coisa simples. Não precisou de discurso, reunião ou premiação. Apenas mostrou ao cliente quem estava por trás daquele trabalho.
A operadora voltou às suas atividades sorrindo. E o gerente provavelmente ganhou algo que não aparece em nenhum relatório.
Na sua empresa, os elogios dos clientes chegam até quem realmente colocou a mão na produção?
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- O gerente recebeu o elogio e apontou para quem fez a embalagem
O cliente pegou uma das caixas de perfume recém-produzidas, examinou a impressão, passou os dedos pelo acabamento e sorriu. “Essa embalagem ficou bonita, hein! Capricharam!” O gerente agradeceu, mas, em vez de ficar com o elogio, virou-se para uma operadora que estava ao lado.
- O notebook era novo e o adesivo queria ficar
O diretor abriu o notebook, tirou os plásticos, ajeitou na mesa e reparou no adesivo ao lado do teclado. Nem tinha ligado o computador e tentava levantar uma pontinha com a unha. Puxou devagar. O adesivo rasgou. Tentou novamente e, quando conseguiu tirar, passou o dedo no lugar. **Grudou!**
- O operador apertou um canto do papelão e o outro levantou
A máquina estava trabalhando normalmente, recebendo chapas de papelão ondulado para cortar e vincar caixas. Até que o operador percebeu uma chapa empenada, interrompeu a alimentação e resolveu conferir o material antes de continuar. Colocou a chapa sobre a bancada e tentou deixá-la reta. Apertou um canto, o outro levantou.
- O gerente que resolveu falar por último
Três provas de rótulos estavam sobre a mesa. O gerente pegou uma delas e já ia dizer qual preferia. Mas, antes de abrir a boca, resolveu fazer uma experiência. Colocou a amostra de volta e pediu que os colegas dessem suas opiniões primeiro.
- O guarda de trânsito da gráfica não usa apito
A funcionária do acabamento ergueu a mão como uma guarda de trânsito. Um colega vinha empurrando um carrinho cheio de embalagens, procurando um cantinho para deixá-lo. O problema é que o cantinho escolhido ficava bem no corredor. “Vai me multar agora?”, ele perguntou, rindo. “Multar não. Mas esse estacionamento aí não existe!”


























