Papel barato pode custar caro
Papel barato pode custar caro
Comprar papel olhando só o preço parece economia. Até a produção começar a reclamar.
O papel mais barato pode trazer pó, variação, parada de máquina, falha de impressão, perda no vinco, problema na laminação e mais desperdício. No fim, aquela diferença pequena no orçamento pode virar uma diferença grande na entrega.
Para o empresário gráfico, papel não é apenas matéria-prima. É parte do processo. Ele precisa combinar com a máquina, com a aplicação, com a tiragem, com o acabamento e com a expectativa do cliente.
Um papel bom não resolve tudo sozinho, mas um papel errado consegue atrapalhar muita coisa. E geralmente faz isso no pior momento, quando o prazo já está curto e o cliente já está perguntando se “sai hoje”.
Escolher bem o papel é proteger produtividade, padrão e margem. Compras, produção e qualidade precisam olhar para a mesma direção.
Na Apolo, acreditamos que eficiência não vem só da máquina. Vem do conjunto certo entre equipamento, matéria-prima, suporte técnico local, peças originais, treinamento e confiança de 38 anos no setor gráfico brasileiro.
Veja algumas soluções da Apolo
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