Quando o cliente descobre o WhatsApp do operador
Quando o cliente descobre o WhatsApp do operador
O celular vibra no meio da produção. O operador olha de lado, confere a mensagem e reconhece o nome.
É o cliente.
A conversa começou de forma inocente. Uma dúvida rápida, uma foto para confirmar um detalhe, talvez uma pergunta sobre aquele catálogo que está rodando. O operador conhece o trabalho, quer ajudar e responde. Só que, alguns minutos depois, chega outra mensagem:
“Na próxima, consegue mudar só esse detalhe?”
A intenção é boa dos dois lados. O cliente conseguiu falar com quem conhece a produção. O operador resolveu rápido. O problema aparece quando aquela mudança passa a existir no WhatsApp, mas ainda não existe para comercial, PCP, pré-impressão ou quem precisa atualizar o trabalho oficialmente.
É aí que uma facilidade vira risco.
Quanto mais próxima a relação com o cliente, melhor. Mas proximidade não pode criar caminhos paralelos para informação importante. Em gráfica, editora, rótulos ou embalagens, uma alteração pequena pode mexer em arquivo, material, sequência, acabamento, prazo e conferência.
Na Apolo, treinamento e implantação também passam por esse tipo de atenção. Não basta saber operar bem o equipamento. A equipe precisa entender quando uma informação pode ser resolvida ali e quando ela precisa voltar para o fluxo correto.
Responder o cliente rápido é ótimo.
O perigo começa quando a produção recebe a mudança antes da empresa.
Veja algumas soluções da Apolo
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