Se o comercial chegou com café, desconfie
Se o comercial chegou com café, desconfie
Tem visita que a produção reconhece de longe.
O comercial aparece sorrindo, distribui café, pergunta como está o dia e, depois de alguns minutos de conversa, solta com naturalidade que entrou “um pedido importante”.
Normalmente ele vem acompanhado de três palavras perigosas que todo mundo na produção conhece bem, cliente grande, entrega rápida e só desta vez.
O problema não é o comercial vender. É justamente esse o trabalho dele. A questão começa quando o pedido entra na fábrica antes de virar uma conversa entre vendas, PCP e produção.
Às vezes existe espaço na máquina. Mas falta material. Em outras, o prazo até cabe, desde que ninguém considere acabamento, separação, embalagem e expedição. E aquele café aparentemente inocente começa a ficar caro.
Empresas que conseguem aproximar comercial e produção tomam decisões melhores. Vendem com mais segurança, programam melhor e reduzem aquela tradição corporativa de transformar urgência em método de trabalho.
Na Apolo, vemos isso todos os dias. Tecnologia, automação e máquinas mais produtivas ajudam muito, mas o melhor equipamento continua dependendo de uma operação em que informação, pessoas e produção trabalhem no mesmo ritmo.
E se o comercial aparecer hoje com café para todo mundo...
Talvez seja apenas gentileza.
Talvez.
Veja algumas soluções da Apolo
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